sábado, 25 de janeiro de 2014

HAUNTED - Kiss

Horas mais tarde já cada uma tinha seguido caminho para sua casa. Tínhamos combinado um jantar simples na pizzaria da vila na sexta, o dia em que conheceríamos o misteriosos Alex que a Tay tanto fala. 

Depois do jantar, juntamos-nos todos na sala. Eu, Taylor e o Chris. Na televisão passavam filmes de acção antigos mas que mesmo assim conseguiam deixar o Chris colado a televisão, chegava a ser engraçado. 

- Vou me deitar, Taylor não te esqueças do combinado para amanhã! - Avisei-a pois sabia que se ia esquecer, era uma cabeça de vento. -

Taylor - Eu não me iria esquecer disso, é o meu casamento Ally. - Falou tentando não rir. - 

Mal entrei no quarto, uma onda de nostalgia invadiu-me, depois deles se casarem eu não podia nem queria ficar aqui eles mereciam a sua privacidade. Mas ficar em casa do meu avô que agora era minha não era algo que eu fosse fazer. Tinha medo de ficar lá, sozinha principalmente. 

Não ia ficar lá, não depois de tudo o que aconteceu. 

- Taylor Point Of View - 

Quando o filme finalmente acabou, o Chris levantou-se despediu-se de mim com um delicado beijo na testa, ia fazer o turno da noite. 

Como ainda não tinha sono nenhum decidi ir ver a Allyah, ela melhorou muito desde que tudo isto aconteceu. E ela merecia ser feliz, todos nós sentimos muito o que aconteceu mas há certos momentos na vida em que devemos seguir em frente, e como melhor amiga dela sei perfeitamente que ela sempre gostou do Jared e que merecia ser feliz com ele. 

- Posso entrar? - Perguntei abrindo um pouco a porta. - 

Allyah - Claro que podes, isso nem se pergunta. - Riu-se, enquanto eu entrava e me sentava a sua beira. - 

- Ally, todos nós sabemos perfeitamente que tu e o Jared gostam um do outro nota-se na maneira como se olham. Principalmente ele, ele ama-te. - A mesma torceu o nariz e não me deixou acabar. - 

Allyah - Não essas cenas a esta hora não, eu entendo-te e sei que só queres o melhor para mim mas não eu e o Jared nunca vamos ter nada. - Falou, notava a tristeza na sua voz. - 

- Cala-te! Não sabes o que dizes, vocês foram feitos um para o outro, vocês completam-se, vocês merecem-se. A momentos na vida que não se voltam a repetir e Allyah se eu fosse a ti aproveitava bem porque cada dia que passa perdes um pouco do Jared.. Fala com ele e por amor de deus sê verdadeira contigo mesma. Para de te enganar Allyah. 

Allyah - Taylor... - Murmurou com certeza sem saber o que dizer. - Eu falarei com ele amanhã. - Sorriu, assim estava melhor. - 

- Agora deixo-te descansar amanhã vai ser um longo dia. - Sorri, deixando deitar-se. - 

# Next Day - Allyah Point Of View # 

O som dos malditos pássaros fez-me acordar, levantei-me rapidamente pois sabia perfeitamente que tinha coisas importantes para tratar. 
Quando acabei de me vestir, pôs apenas um pouco de corretor de olheiras e risco preto, sempre fui uma rapariga simples no que toca a maquilhagem. 

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Enquanto saia vi o Chris e a Taylor a tomar o pequeno almoço, eles eram perfeitos um para o outro. Peguei numa maçã para comer pelo caminho e rapidamente sai, quando dei conta estava a porta do edifício. 

As minhas pernas tremiam, o meu coração batia rapidamente, as mãos suavam frio e eu não me concentrava em nada a não ser no que realmente sentia pelo Jared. 

Na receção havia uma mulher entre os vinte cinco anos, loira provavelmente pintado usava um uniforme cinzento curto óculos pretos e batom vermelho, parecia a típica mulher fútil que dorme com o patrão. 

Aproximei-me e perguntei por ele. 

- Por favor, poderia-me dizer onde posso encontrar o Doutor Jared? - Questionei educadamente, li que o seu nome era Juile. - 

Juile - O que pretende dele e quem é você? - Falou arrogante. - 

- Allyah Tenor, é urgente eu preciso de o ver agora. - Pedi um pouco mais arrogante. - 

Juile - Acompanhe-me.  

Segui os seus passos até ao laboratório, pareceu-me. E realmente ele estava lá. 
Magnifico como sempre, o seu sorriso era contagiante. 

Juile - Jared, ela disse que precisava de falar consigo. - Chamou a sua atenção, retirando-se segundos a seguir. - 

Caminhei até ele, não falei não sabia o que dizer. Apenas o abracei como se segundos a seguir fosse morrer. 

Jared - Isso é que são saudades Ally. - Riu-se assim que me desviei. - 

- Jared, desculpa por tudo eu sempre agi como um idiota contigo, nunca dei ouvidos ou que me dizias as tuas palavras mas agora eu entendi o porque. - Respirei fundo, olhando-o nos olhos. Ele sorri-a. - Eu também te amo Jay, desculpa por ter sido tão fria contigo durante estes messes. 

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Jared - Isso é mesmo verdade? - Perguntou aproximando-se, as suas mãos delicadamente foram parar as minhas ancas. - 

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- Sim. - Sorri. - 

Jared - Então isso significa que eu tenho direito de fazer isto? - Perguntou sorrindo. - 

Numa fracção de segundos os nossos lábios estavam colados. Os seus lábios mexiam-se delicadamente contra os meus, era perfeito eu sentia-me no paraíso. Era só ele e eu. 

Afastou-se de mim alguns minutos depois, ambos sorriamos, era um momento perfeito. 

Jared - Eu sempre te amei, desde a primeira vez que te vi. - Declarou, beijando a ponta do meu nariz. - 

Sorri com a sua delicadeza. Eu amava-o definitivamente. 

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desta vocês não esperavam, ahahahha. 

1) Então eu sei que tem pouco tempo mas o que me dizem da Juile, acham que vai arranjar problemas? 
2) E acerca da Taylor gostaram dos conselhos dela? 
3) Como acham que as coisas vão ficar agora? Será que o Jared e a Allyah vão ficar finalmente juntos? Gostam da relação deles? Falem-me dela. 


domingo, 5 de janeiro de 2014

HAUNTED - Take a breath and look the ocean.

Depois da ajuda do Jared a entrar no carro esperei que o mesmo entra-se e desse a partida. O silêncio era irritante ele não falava mas eu também não sabia o que lhe dizer. 

Sentia-me estranha, vazia, incapaz de amar novamente. Perdi o único homem que amei. 
O único que me acompanhou durante 21 anos. E agora nem capaz de estar no seu funeral foi, sentia-me uma inútil. 

- Quero deixar flores nas campas deles, podemos passar pela florista antes? - Perguntei sem emoção nenhuma na voz. - 

Jared - Claro que podemos. - Sorriu olhando para mim de lanço. - 

Não trocamos mais nenhuma palavra, quando chegamos há florista sai do carro dizendo que não demorava. 
Ele não tinha de vir, eu era apta o suficiente para comprar as flores e para descer a rua e entrar no cemitério. 

Fiz os meus pedidos,  e peguei delicadamente nelas. Uma rosa vermelha  para o Andy pois simbolizava o seu primeiro presente, tínhamos 16 anos quando ele ma deu. Também foi o nosso primeiro beijo. 
Já para o Crystal tinha escolhido uma rosa amarela como o Sol e delicada como ela. Pois era a sua cor favorita para não dizer que ela era o Sol. 

Depois de admirar as roas ganhei coragem e adentrei o cemitério, estava quase vazio. Não tinha medo pois o meu avô sempre me disse não havia de temer algo que era uma promessa. 

« A morte é uma promessa minha filha, a vida é apenas uma ilusão. - Ouvia a sua voz na minha cabeça, apenas não sabia se era uma ilusão ou se era real. » 

Depois de longos minutos a procurar as campas encontrei-as estavam lado a lado, Sentei-me a beira da campa do Andy deixando a rosa sobre a mesma. 
Enquanto a pousava o Sol refletui-a deixando um ambiente magnífico. Senti-a a sua presença lá. 

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- Desculpa por não poder tornar os teus sonhos realidade, por não podermos criar uma família como sempre sonhamos. Lamento muito pela tua morte.. - Gaguejei deixando as lágrimas cair. - E Andy lamento muito nunca ter te chamado de amor. Mas tu sabias o que eu sentia e sinto. Eu amo-te e sempre te amarei. Andy, meu Andy. 

Levantei-me limpando as lágrimas não conseguia aguentar isto era demasiado, sentei-me ao lado da campa da Crystal. Delicadamente pousei a rosa sobre a mesma. 

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- Crystal.. bem você sempre foi como uma mãe para mim esteve lá quando dei os primeiros passos, esteve lá quando cai na primeira tentativa de andar de bicicleta. Esteve lá sempre para mim, e eu nunca tive a oportunidade de agradecer por isso. Perdoe-me por isso. - Não conseguia falar mais as lágrimas não o permitiam. - 

Levantei-me sacudi as calças e despedi-me deles, pela última vez. Andei até ao carro do Jared acelerando o passo pois ele devia estar preocupado com a minha demora. 
Mal entrei pode ouvir o seu pesado suspiro. 

Jared - Devias descansar, os médicos disseram que não podias fazer muitos esforços. 

- Não quero ficar naquela casa. - Falei rude sem o olhar. - 

Jared - Querida Ally eu não te quero ver assim, por favor não te transformes nessa pessoa fria. 

- Desculpa Jay... - Murmurei, sentindo a sua mão tocar na minha. Rapidamente a tirei de lá.- 

Jared - Peço desculpa. 

# Two Weeks Later. # 

Não sai da casa da Taylor e do Chirs desde daquele dia, não queria entrar naquela casa. Estava horrível, o meu cabelo estava mais comprido mas uma desgraça as minhas olheiras deviam assustar e não despia o pijama por nada. 

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Batidas na porta fizeram-me despertar, murmurei um « Podes entrar » vi a Tay a Taylor e a Annie a entrarem sorri-lhes. 

Taylor - Eu sinto muito por tudo o que te aconteceu minha querida. - Sentou-se do meu lado abraçando-me. - Mas sabes que casar com o Chris sempre foi o meu sonho e neste momento está próximo e eu quero esta casa a transbordar alegria. 

Sorri, não conseguia ficar assim muito tempo. Tinha de estar feliz por eles, por mim sabia que todos os que partiram iam me ver lá de cima orgulhosos e felizes por mim. 

- Prometo que vou tentar não chorar mais. - Ri-me quando todas eles saltaram para cima de mim, abraçando-me. - 

Annie - Bem a primavera está mesmo a porta e o calor também por isso acho que podemos ir dar uma volta ao bar da praia. - Não deixou ninguém falar e respondeu-nos de seguida. - É uma ordem mulas vamos. 

Tay - Veste-te rápido estamos na sala a espera. 

Assenti e mal elas saíram despi-me e entrei no banho um pouco trapalhona pois tinha pouco tempo não demorei mais de trinta minutos para estar completamente pronta. 
Apertei as minhas vans e ajeitei o meu cabelo, a minha maquilhagem era simples assim como eu estava. 

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Quando finalmente chegamos, as nossas conversas focavam-se no casamento da Taylor e eu outras diversas coisas como a relação da Tay e do Alex. A mesma corava quando se perguntávamos coisas mais íntimas, como ela era inocente e fofa. Adorava-mos isso nela. 

Annie - Então qual é o problema, somos melhores amigas ou não? - Todas nos rimos um pouco e assentimos. - Vocês já cenas... - A Taylor interrompei rindo alto, mas depois recompôs a sua fala para não a ouvirem. - 

Taylor - Vá vamos ser diretas, vocês já fizeram sexo? - Perguntou rindo. - 

Tay - Já. - Baixou a cabeça envergonhada corando brutalmente. - Vá parem foi a minha primeira vez. - Confessou rindo um pouco da situação. - 

Abraçamos a Tay ao mesmo tempo rindo abafando por causa do abraço. 

- É a nossa menina, meu Deus como ela está a crescer. 

--- 

grande para compensar a demora. ♥ 

1) Então conseguiram sentir a dor da Allyah no cemitério? Falem-me das suas atitudes? Gostam dela? 
2) Agora depois disto tudo do toque no carro, acham que o Jared vai respeitar o espaço dela? Acham que vai forçar algo? Falem-me dele no que mais gostam e no que menos gostam? 
3) Gostam dos momentos da Allyah com as suas amigas? Gostam da amizade delas? Qual delas é a vossa favorita? 
4) E a Tay, não a acham fofa? Ansiosas para saber quem é o misterioso Alex? 
5) O que acham da fanfic até aqui, sejam sinceras e digam-me de gostam mesmo dela? 


HAUNTED - Crystal and Andy Death..

A luz chegava os meus olhos, pisquei várias vezes até ver uma imagem nítida, estava ligada a uma máquina de batimentos cardíacos. Doía-me quse o corpo tudo. Depois de alguns segundos vi que estava num quarto de hospital, não conseguia lembrar-me de como tinha vindo aqui parar. Apenas me lembro de uma imagem assustadora na biblioteca. 

Uma senhora perto dos seus sessenta anos, cabelo preto curto e óculos. Parecia ser amável. 

Nurse - Acordou, a menina tem um paciente na sala de espera. - Sorriu enquanto mudava o soro. - 

- Quem? - Questionei rouca.- 

Nurse - Um rapaz, penso que seja o seu namorado. 

- Mande entrar. 

Ausentou-se do quarto rapidamente, mas a minha maior desilusão foi ver o Jared e não o Andy a entrar naquela porta. 
Uma pontada aguda preencheu o meu peito como se fosse um mau pressentimento. Sem me falar, como habitual, encostou-se a janela tenso olhando o mundo exterior. 

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Jared - Ally, eu sinto muito. - Sentou-se na beira da cama, olhando-me.- 

- O que se passa? O que aconteceu? - Perguntei assustada, ele estava nervoso. Agarrou na minha mão levando-a para o seu colo. - 

Jared - Na noite em que desmaias-te muita coisa aconteceu.. - Olhou-me com pena, os seus olhos não brilhavam. - Algo muito mau aconteceu e está para acontecer. 

- Para com isso, diz-me logo o que aconteceu. Com os pontos nos "i's" e com a frieza que for preciso. - Perguntei já em lágrimas. - 

Jared - A Crystal morreu... 

Por momentos deixei de o ouvir, foi uma sensação muito estranha, como se fizesse uma viagem no tempo.

Eu estava na cozinha a Crystal chorava sentada, tentei andar para a tocar mas não conseguia. Aquele homem de preto novamente apareceu,lentamente espancando a Crystal. 

Gritei, mas ninguém ouviu, mexi-me mas não sai do sítio. Quando parei para analisar vi-a a única que nunca me abandonou. A minha figura materna morta no chão. 

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Num piscar de olhos voltei ao quarto de hospital, assustada e com a respiração descompassada não via direito devido as lágrimas apenas ouvia o que ele dizia tendo mais lembranças de coisas passadas. 

Jared - Ally eu sinto muito, ninguém podia impedir isto. Era o destino. 

- Como é que o Andy morreu? - Encarei-o pelo primeira vez. - 

Jared - Não.. - Cortei-lhe a fala.- 

- Como? - Falei rude alterando o meu tom de voz. - 

Jared - Num armazém, quando a policia chegou a sua cabeça havia sido levada. 

- Porque eu? Que mal eu fiz para perder todos os que amo. 

Novamente as malditas memórias, neste momento encontrava-me num armazém ouvia na mesma a voz do Jared mas não entendia o que dizia. Andei até encontrar o Andy, estava acorrentado numa cadeira. 

Novamente não conseguia falar-lhe nem mexer-me. Apenas o vi morreu da pior maneira possível. Eu não queria isto para mim. Levei a minha mão ao peito mas não tinha o colar que ele me tinha dado. 

Estava amaldiçoada em ver os que mais amo morrer. 

[https://31.media.tumblr.com/7832d9cf69cb94c9b64b2bdb4d4205d5/tumblr_myre9utSxh1r0gmz5o1_500.gif( gif forte, quem não quiser abrir não abra. Não me responsabilizo.)

Jared - Tudo vai ficar bem Allyah, eu prometo. - Abraçou-me, mas eu recuei. -  
- Não vai não. - Falei um pouco alto assustando-o. - Não tenho nada nem ninguém além dos meus amigos. Perdi o Andy e a Crystal, eu amava-os e agora o que vai ser de mim? Vou para onde eu não tenho ninguém! - Limpei as lágrimas. - Só me restas tu. 

Jared - Eu estou aqui não te vou deixar, como prometi quando nos conhecemos. Ally eu vou estar aqui sempre. 

- Eu não posso perder mais ninguém. 

Jared - Mais ninguém vai morrer eu prometo. - Abraçou-me com cuidado devido a estar fraca e aos fios. - 

- Obrigada por tudo Jay.

Deitei-me no seu peito, sentindo os seus braços a rodear-me. Sentia-me protegida. 

A luz forte da manhã fez-me acordar. Sentei-me na cama coçando os olhos, reparei que já não tinha o soro nem estava ligada a nada. Levantei-me com cuidado e decidi tomar um banho. 
Mas primeiro verifiquei se tinha as minhas roupas limpas para vestir. Enquanto a água quente escorria por mim, lembrei-me de algo muito importante eu tinha de ir ver as campas da Crystal e do meu querido Andy. 

Tinha de me despedir deles, infelizmente. 

[http://www.polyvore.com/haunted/set?id=109085481]


---

então, quase choraram.... 

1) O que dizem da morte deles? Da Crystal falem-me da sua morte e da morte do Andy? 
2) Como acham que a Allyah vai enfrentar isto? 
3) Reparam nos poderes da Ally? O que acham que ela vai fazer quando se reparar neles?
4) Acham que ela se vai tornar mais fria agora? 
5) Como acham que a relação dela vai ficar com o Jared agora?  

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

HAUNTED - The library that never should have been open.

Parecia que a estrada não acabava, estava farta de tudo deste mistério da morte do meu avô da arrogância do Jared, sentia falta de um abraço dele. Da sua voz, tinha saudades dele. 
Não podia estar mais assim, não sou essa pessoa. Não consigo ficar mal com os outros. Tinha de resolver a situação com ele. Um dos princípios que desde pequena o meu avô me ensinou foi nunca ficar de mal com alguém.  

- Desculpa Jay. - Sussurrei. - 

Jared - Falas-te Allyah? - Respondeu estacionando o carro a porta de minha casa. - 

- Eu disse desculpa.. - Suspirei. - Jay eu não quero ficar mais assim contigo? 

Jared - É complicado para mim, eu não te amo. - Olhou-me pela primeira vez. - Eu não sei o que sinto por ti apenas sei que é algo forte. Como se eu tivesse de te proteger. Entende isso Heavy. 

Não ouvia a palavra Heavy desde que o meu avô morrerá, apenas ele me chamava isso. Lágrimas escorreram lentamente pelos meus olhos. Limpei-as numa fração de segundos. 

- Pode-mos voltar a ser amigos, por favor? - Perguntei sorrindo- 

Jared - Claro que sim, desculpa eu estava a agir como um idiota. - Sorriu. - Espero que sejas feliz com o Andy. 


- Obrigada Jay. 

Depois de me separar dele, sai do carro pegando delicadamente nas duas caixas. 
Quando entrei em casa o cheiro dos cozinhados da Crystal preenchiam a sala inteira o que era maravilhosos. Depois de uma breve conversa com a mesma subi para o meu quarto, troquei de roupa rapidamente algo mais prático. 


Guardei os medalhões no bolso e peguei na chave, estava decidida hoje eu ia abrir a biblioteca e seja o que Deus quiser. 

Desci a grande escadaria das traseiras da casa e quando dei por mim estava frente a frente com a grande porta da biblioteca, rodei a chave e a mesma abriu. 

Nada a temer a biblioteca estava igual a mesma que eu visitava quando era mais nova, os mesmos livros os mesmos moveis apenas havia mais pó e menos luz. 


Mas eu sabia, eu sentia que algo me chamava, era algo mau eu sentia. Observei todos os cantos e todas as paredes atentamente lembrando-me que a casa tinja séculos e eu sabia das passagens secretas. A mansão era antiga e para defesa haviam passagens, muitas passagens secretas lembro-me do meu avô dizê-lo. 

***

Senti o medalhão a aquecer, queimando a minha coxa, rapidamente o tirei a sua bola vermelha estava brilhante e quente, como se estivesse a indicar o caminho. 
Levantei a cabeça e vi um candeeiro antigo, puxei-o o mesmo revelou uma porta, preta estranha no estilo de castelos assombrados. 

Num momento de pura ansiedade ignorando o meu medo abri-a revelando uma divisão que nunca tinha visto, estranha e com pouca luz. 

Acendi uma vela e peguei na mesma para iluminar o grande espaço.  
Devia ter alguns séculos, era assustador estava cheio de prateleiras e estantes com livros. Haviam espadas e alguns medalhões numa prateleira haviam alguns frascos cujos não quis saber o que tinham dentro. 


Ouvi algo a ser arrastado, o meu coração parou. Alguns murmúrios em latim, e apenas pode despedir-me mentalmente daqueles que amo. A minha última figura foi algo muito horrível, era um homem penso cuja a cara não me lembro bem. Segurava uma tocha e a única coisa que aconteceu antes de fechar os olhos foi ouvir um barulho estranho penso que foi a minha cabeça a bater na mesa. 


Provavelmente estava morta. 

--- 

jesus, mais um capítulo tenso. '-' 

1) O que acham da atitude do Jared? Acham que ele vai deixar a Allyah ser feliz com o Andy ou vai voltar a interferir na relação deles? 
2) E a cerca da biblioteca o que me dizem? Gostaram dela? Acham que vai ser um grande problema? 
3) E a Allyah pobrezinha, acham que morreu? Como vai ela encarar o que viu? 
4) Acham que ela morreu? Como vai reagir o Andy a isso? 


quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

HAUNTED - Jackson Smith

Os dias passavam mas a chuva não, eu e o Andy estávamos melhor que nunca. 
O Shannon tornou-se um grande amigo e o namorado da Anne estava tão feliz por ela. 
O Chris e a Taylor estavam noivos, e para fechar com chave de ouro a Tay tinha finalmente feito as pazes com o Alex. Já o Andrew coitado estava sozinho como ele diz " Não sou homem de só uma mulher. " 
A minha relação com o Jared só piorou neste últimos dias, acho que ele me odeia por não gostar dele. Tornou-se frio e fala do meu avô desprezando-o. 

A noite caia a olhos visto, no sofá da sala estava eu deitada no peito do Andy. Víamos filmes de terror desde o fim da tarde, a chuva e o vento estavam mais fortes. Todos os canais falavam de uma ligeira tempestade. 

Assustei-me bastante ao ponto de saltar do sofá, apenas não cai porque o Andy sentou-se arrastando-me com ele, quando a campainha tocou. 

Andy - Estavas a espera de alguém? - Perguntou enquanto me levantava para abrir. - 

- Ninguém. 

Espreitei pelo olho mágico vendo a pessoa que menos queria ver neste momento, como iria explicar que o Jared estava a porta. 
Complicado, mas mesmo assim abri a porta. 

- Jared. - Abri a porta, o mesmo entrou sem a minha permissão. - 

Mal-educado. 

Jared - Allyah, trago boas e más noticias. - Mal acabou de falar, deu de caras com o Andy que se levantou mal ouviu a sua voz. - 

Andy - Não são horas para tratar desses assuntos. - Falou rude, como nunca o tinha visto. - 

Jared - A Allyah com certeza não é da mesma opinião que tu. 

Andy - Quem és tu para saber a opinião da minha namorada? - Questionou elevando o seu tom de voz. - 

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- Parem de falar comigo como se eu não estivesse aqui, porra. 

 Finalmente mostrei a minha posição eu não era uma bumerang no meio deles, eu tinha sentimentos. 

- Andy sinto muito, mas eu tenho de saber espera por mim lá em cima. - Falei calmamente. - 

Por norma falava-se de assuntos sérios na biblioteca, mas como não lhe podia dizer que a tal chave era da mesma tive de falar na cozinha. 

- Agora podes ser rápido, pois já é demasiado tarde. 

Jared - Há uma pessoa, a última que falou com o teu avô ele diz que quer falar contigo antes que o apanhem. Ele diz que é muito importante. 

- Como posso entrar em contacto com ele? 

Jared - Amanhã eu levo-te a ele. 

- É só? Amanhã a que horas? - Tentei não ser rude com ele. - 

Jared -  Eu apareço aqui não te preocupes. 

Levantou-se caminhando em passos grandes e seguros até a saída, bateu a porta sem sequer se despedir. 
Não podia dizer que o seu desprezo não me afetava porque seria mentira mas a sua arrogância juntamente da sua ironia talvez fossem os seus pequenos pormenores que não me deixavam odia-lo. 

*** 

Enquanto o Andy acabava de se vestir eu finalizava o meu banho, avisou-me que ia sair e pediu que quando o Jared chega-se tivesse cuidado com ele. Ri-me dos seus ciúmes desnecessários. 

Quando acabei de apertar as botas, não sei porque mas agora amo botas são confortáveis muito mais confortáveis do que os saltos altos que nunca gostei, e desci as escadas vendo o Jared já pronto. 

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Levantou-se quando me viu, Crystal levantou-se também para se despedir de nós. 
Assim feito seguimos caminho, a meio fartei-me do silêncio eu não queria estar assim com ele não o queria odiar. 

- Para de ser assim Jared. 

Jared - Assim como Allyah? 

- Eu não te quero odiar, eu quero ser tua amiga. - Pôs a minha m~~ao sobre a dele que se encontrava no travão de mão. - 

Jared - Chegamos Ally, estou aqui a tua espera. 

Assenti saindo do carro, estava numa situação complicada. Vi um homem sentado, provavelmente depois das informações dadas era Jackson Smith. 

O seu nome dava-me alguns arrepios. 

Sentei-me a sua frente, vendo o seu amável sorriso. Ele era o melhor amigo do meu avô. 

Jackson - Agora entendo o porque do John se ter orgulhado tanto de ti, minha querida a tua aura é igual a dele. - Falou calmamente. - 

- Obrigada, muito obrigada Senhor Jackson. 

Jackson - Trata-me por Jackson Allyah. - Agarrou a minha mão como o meu avô fazia. - Eu tenho duas coisas para te dar. - Com a sua outra mão retirou duas caixas pequenas. - 

- O que é isso?

Jackson - Eles são os medalhões que causaram a morte do teu avô minha querida, são poderosos demais. Por isso tenho de entregar-tos és a Tenor certa para os receber. 

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Abriu-as na minha frente, vi dois magníficos medalhões, eram raros exóticos perfeitos e assustadores. 

Jackson - Toma cuidado com eles. Só te digo duas coisas a respeito deles, o primeiro medalhão é a chave de um cofre antigo muito antigo. E o segundo é para tua proteção só ele mata o que matou o teu avô. Só ele mata um Volture. 

Levantou-se deixando-me em choque, saiu do café como se fosse um vulto. Só alguém muito atento o tinha visto sair. 
Guardei os medalhões e sai indo em direção do carro do Jared. 

--- 

tenso '-' 

1) O que acham da atitude do Jared e do Andy? Qual deles gostam mais? Falem-me deles ihihih 
2) E em relação aos medalhões gostaram deles, acham que vou causar problemas ou que vou resolver problemas? 
3) Acham que o Jared foi demasiado frio no carro com a Allyah?


sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

HAUNTED - The beautiful necklace.

# Somewhere South London ,Moments Before # 

- Jared Point Of View - 

Os meus olhos doíam já não podia olhar para o computador, desde que conheci a Allyah e o caso tão misterioso da morte do John que me sentia diferente, as vezes tinha medo de saber mais sobre o caso. Não me queria envolver demasiado com o perigo. 
Mas a curiosidade mata o gato, e neste caso eu sentia que ia matar-me a mim também. 

Desliguei o computador e encostei-me a cabeceira da cama, que era almofadada. Liguei a televisão e comecei a preparar-me para mais uma noite aborrecida já não me lembrava de sair e divertir-me, como nos velhos tempos. 

Revirei quando vi o meu irmão, Shannon, entrar no meu quarto. Temos uma relação ótima e não podia ter um irmão melhor mas as vezes ele é irritante. Como hoje. 

Shannon - O Tommo e eu vamos beber um copo, queres vir?  - Falou encostado a porta. - 

- Passo. 

Shannon - Começo a ficar preocupado, não sais do quarto a dias... - Sentou-se na beira da cama. - 

- Shann eu trabalho entendes, tenho assuntos para tratar. - Falei rude, talvez demais. - 

Shannon - Quem é a gaja? Quem é que te deu a volta a cabeça? - Perguntou irónico. - 

- Ninguém Shannnon, agora sai. - Atirei-lhe com uma almofada quando o mesmo saiu. - 

Levei a mão ao cabelo, puxando-o. Ela estava a deixar-me doido, e agora estava a ignorar-me e só eu sei o que doí-a ver as suas chamadas serem não atendidas. 
Eu provavelmente perdia para um otário qualquer, era frustrante. 

Logo comigo eu tinha todas as que queria, até agora. Não valia a pena ficar a pensar nela pois eu sabia que de alguma forma ela ainda ia ser minha, com o tempo. Pelo menos eu queria acreditar nisso. 

Despi as calças deixando-as no chão, realmente tinha de começar a ser mais organizado. 
Deitei-me e tentei adormecer o mais rapidamente possível, não queira pensar em nada. 

O som do despertador fez questão de me acordar, lentamente descobri um braço para o desligar. 
Quando sai da cama, ouvi a porta principal a fechar era o Shannon com certeza. 

Sai do mesmo ainda com o cabelo molhando e pouco arranjado. O Shannon estava sentado na mesa da cozinha com uma mão na testa, estava a curar mais uma. 


- Nunca aprendes pois não? - Ri-me tirando o pacote de leite do frigorífico. - 

Shannon - Tu deixa-me. - Tentou rir, mas as dores não deixavam. - Passa lá na agência antes de ires a casa da Ally dizer que eu estou doente. 

- Como queiras. - Pousei o copo e preparei-me para sair. - 

# Andy's Apartment - London. #  

- Allyah Point Of View.- 

Virei-me mais uma vez na cama, abri os olhos e passei a mão pelo lugar do Andy. Estava vazio. 
Abri os olhos e sentei-me na cama vendo o Andy a entrar já pronto. 

- Onde foste? - Perguntei indo até ele. - 

Andy - Comprar uma coisa muito importante. - Sorriu, abraçando-me. - 

- Posso saber do que se trata? - Perguntei sentando-me da volta. - 

Andy - Claro, vira-te. - Pediu com as mãos nos meus ombros, virando-me calmamente. - 

Senti duas peças frias no meu pescoço, era um colar. Era perfeito, era a minha cara era simples e era da minha cor favorita. 

Andy - Espero que nunca te esqueças de mim, sempre que estiveres com esse colar espero que te lembres de hoje. E o mais importante que te lembres do nosso amor. - Beijou o meu pescoço lentamente enquanto falava, arrepiando-me por completo. -  

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- Eu nunca te esquecerei, Andy nunca fazes parte da minha vida. - Virei-me para ele abraçando-o. - 

Agora eu sabia que não o podia perder para ninguém nem por nada. 

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quando o jay souber.... ui. 

1) O que acharam da vida do Jared? Acham que está mesmo apaixonado? E o Shannon ahahaha. 
2) Gostam do Andy? Gostaram do presente dele? 
3) Acham que a Allyah está mesmo feliz? 

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

HAUNTED - I love you Andy.

Evitei o Jared durante estes últimos dias, mandei a Crystal avisar que estava doente e tinha sido assaltada, logo não tinha telemóvel. A mesma estranhou o porque do meu afastamento. 
Tinha de ser, aquele beijo não podia ter acontecido eu estava com o Andy ele era doce, gentil, cavalheiro o sonho de qualquer mulher. Eu amava-o. E não lhe podia fazer isso, não tinha esse direito.

O som da campainha ecoou pela casa, levantei-me do sofá e disse a Crystal que era para mim logo eu abria. 
A Anne entrou queixando-se da chuva e do vento, ri-me dela pois estava completamente despenteada. 

Anne - Não tem piada nenhuma. - Falou passando as mãos pelo seu cabelo loiro. - 

- Se visses a tua figurinha, pareces um doida. - Tentei acalmar a minha respiração devido ao riso. - Mas a que se deve a honra da tua visita a minha casa? 

Anne - O pessoal está tudo na casa do Andy, e ele fez questão que eu te viesse buscar. - Sorriu amavelmente. - Por isso vai te vestir, não vais de pijama. 

- Tudo bem, espera por mim aqui juro que vou ser rápida. - Falei enquanto subia as escadas. - 

Despi o pijama e coloquei-o na beira da cama para  a noite o vestir, tomei um banho rápido, conforme entrei na casa de banho já estava a sair vestida para ir ter com a Anne para irmos. 
Avisei a Crystal que podia chegar tarde e que podia jantar sozinha. Por momentos fiquei com pena dela, tenho andado muito distante


Crystal - Tenham cuidado na estrada meninas, o tempo não ajuda. 

Anne - Não se preocupe Crystal, eu ando devagar. 

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No último semáforo antes da casa do Andy a Anne colocou a mão na minha perna chamando a minha atenção, retirando-a segundos depois. 

Anne - Tens a certeza que gostas mesmo do Andy ? - Perguntou desconfiada. - 

- Tenho Anne, porque? 

Anne - Porque tanto tu como ele merecem ser amados, verdadeiramente. - Falou carinhosamente. - Não quero que sofram. 

- Anne, não vamos ter essa conversa agora. - Olhei para cima vendo o semáforo verde. - Anda já está verde. 

Anne - A tua sorte é que estamos a chegar, senão não me escapavas. 

Quando chegamos o Andrew veio abrir a porta, dizendo para entramos porque haviam uns problemas na cozinha com o Chris. Ri-me pois dele não vinham nada bom. 

Pelo caminho até a cozinha vi a Tay e o Andy a jogar PS3, GTAV estavam tão engraçados a reclamar um com o outro, afinal era típico deles. 
Na cozinha pelo contrario instalava-se um pequeno caos o Andrew abriu o forno deixando o fumo preto sair. 

Taylor - Nem sei para que quê cozinhas, Chris. - Riu-se apagando o cigarro. - 

Chris - Foda-se a culpa é da merda do frango. - Falou chateado pondo a assadeira em água. - 

- Não há nada a fazer agora, por isso vamos jogar e esquecer isto. - Ri-me vendo a cara do Chris. - 

Saímos da cozinha todos juntos, com alguma dificuldade em passar na porta pois queríamos sair todos ao mesmo tempo. 


O Andrew estava sentado num sofá de um só lugar com as pernas nos braços do mesmo, no seu colo tinha uma taça de batatas fritas onduladas e uma coca-cola. A Tay estava sentada no sofá encostado a parede numa posoção estranha apenas olhava para a televisão para ver quando é que o Chris perdia, para a mesma jogar. 
A Taylor estava sentada do meu lado encostada no peito do Chris que se encontrava a jogar. Eu estava sentada ao lado do Andy que tinha um balde de pipocas no seu colo e os seus braços a volta da minha cintura. Já a Anne estava sentada no sofá ao Lado do Andrew entretida com as mensagens e a beber uma coca-cola sem açúcar.

Tay - Chris sou eu agora. - Gritou enquanto se levantava para ir buscar o comando. - 

# Few Hours Later # 


Atirei a mala para um canto do quarto e atirei-me para cima da cama dele, enroscando-me á almofada. Estava de barriga para baixo, o Andy  por cima de mim e começou a distribuir-me beijos pelo pescoço, e á medida que o fazia ia empurrando os meus cabelos todos para o mesmo lado. O seus lábios húmidos a roçar no meu pescoço, arrepiavam-me de uma forma inexplicável.

- Andy.....


Andy - Vira-te para mim... - Beijou-me novamente. -

- Se me deixares! - Riu roucamente e levantou-se, ficando na pose das flexões e eu virei-me. - 

 
Andy - És perfeita. - Ele baixou-se e roçou os nossos lábios. - 

- Andy... - Sussurrei, como se fosse derreter. 

Andy - Podias ter trazido roupa para aqui... - Disse sorrindo, como eu amava o seu sorriso. - 

- Posso tratar disso amanhã com a Anne. - Ri-me puxando-o pela parte de trás do pescoço para mais um beijo. - 

Os nossos lábios mexiam-se um contra o outro calmamente, á medida que ele intensificava o beijo, eu ia chegando-me para trás, sem separar os nossos lábios, enquanto ele subia para cima de mim. Parámos o beijo e puxou-me mais para ele se isso era possível sentia todas as partes do seu corpo contra o meu e assim como ele sentia-me a mim. Sentia o seu coração a bater contra o meu peito como ele sentia o meu.
Voltou a dar-me atenção, passou a mão pela minha bochecha sorrindo.

Andy - Amo-te mais do que podes imaginar, Allyah. 

- Também te amo Andy. - Sorri amavelmente sem mostrar os dentes. - 

Beijei-o, as nossas línguas tocaram-se, arrepiando-me por completo, suguei o seu lábio inferior e ele largou um pequeno gemido, sorri por tal. Sentei-me na sua virilha e ele sentou-se seguidamente levando as suas mãos as minhas ancas prensando-as contra as dele, tirei a sua camisola e ele a minha, livrei-me depois das calças e dos ténis, o Andy deitou-se fazendo com que eu me deita-se também e beijei-lhe o pescoço, comecei a desapertar as calças dele e depois beijei-o. Durante o beijo ele livrou-se das calças e dos ténis. Levantei-me de cima dele, fazendo-o sentar-se na cama, fechei as janelas e tranquei a porta, fui na sua direção, andando de uma forma sedutora, subi para cima da sua virilha novamente e rocei-me "nele", sentindo-o duro e pronto para a acção. O Andy desapertou-me o sutiã, logo á primeira, virando-me então e livrando-se por completo das nossas roupas. Pus-lhe o preservativo, e sorri-lhe. Ele deitou-se por cima de mim e beijou-me novamente, penetrando-me lentamente, não senti dor nenhuma, apenas prazer. Ficámos assim durante algum tempo, quando chegámos ao ápice, parámos, ele foi deitar o preservativo fora, enquanto eu vesti as cuecas e a camisola dele. Ele apareceu com os boxers vestidos e deitou-se atrás de mim, virei-me de frente para ele e ele sorriu-me. Como eu amava o seu sorriso.

Andy - Estás bem? 

- Melhor que bem, ótima. - Entrelacei os nossos dedos. - Estou cansada. - Ri baixo. - 

Andy - Sabes... - Puxou-me eliminando todo o espaço, por fim encostou os seus lábios aos meus. - Depois de me ter afastado tanto, depois de não ter estado presente nos teus momentos mais difíceis achei mesmo que não me perdoasses 

- Foi melhor assim não queria que me visses triste e a chorar. - Sorri-lhe colando os nossos lábios mais uma vez esta noite. - 

Ajeitei-me melhor nos seus braços e deitei a minha cabeça no sue peito tatuado, enquanto ele dormia eu desenhava as suas tatuagens com os meus dedos. 
Acabando por adormecer minutos depois. 

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ATÉ ESTÁ GRANDINHO. *---* eles são tão fofos. 

1) Gostaram da tarde deles, super divertida não foi? 
2) Acham que a Anne precisa de estar tão preocupada com os sentimentos deles? 
3) Acham que eles se amam mesmo, digam-me a vossa opinião? 
4) E sobre o momento deles acham que ela se vai arrepender? 

beijinho. *