Apressei o meu passo até ao pequeno jardim, não queria ver ninguém agora. Nem o Jared.
A necessidade de estar sozinha apoderou-se de mim sentia que não pertencia a estas pessoas e que elas não gostavam da minha presença.
Ouvi carros a serem ligados e as portas a fecharem-se, era sinal que já tinha acabado e agora aquelas pessoas estavam de saída finalmente. Suspirei e admirei o horizonte.
- Ele não podia ter morrido, não podia...
Senti algo atrás de mim, era o Jared, sorri sem ele se aperceber,virei a cara para o lado contrario já estava farta que ele me visse a chorar.
Jared - A falar sozinha?
- A pensar alto.. - Respondi sem emoção. -
Jared - Pensa que ele está num lugar melhor Allyah. - Falou carinhosamente como se estivesse a espera de um sorriso em troca. -
- As pessoas dizem isso para confortar as outras, mas na verdade o "céu" não existe..
Jared - Devias ser mais positiva, tens de continuar com a tua vida.
- Perdi a única coisa que tinha e queres que seja positiva, como? Explica-me porque eu não sei.
Jared - Sabes uma coisa, o meu pai morreu quando eu e o meu irmão tínhamos dez anos. - Olhei-o curiosa, na espera de saber mais. - Sabes como me senti? Como tu te estás a sentir agora, mas eu continuei a minha vida lembrando-me de que ele estava bem, no céu num melhor lugar para ele.
# Night - Dinner. #
O jantar era silencioso, a Crystal não falava e eu não a encarava, não sabia o que dizer para ser sincera. Apenas a tinha a ela, que quase simbolizou uma figura maternal para mim.
Não queria que ela fosse embora, não agora.
- Crystal... - Chamei a sua atenção. - Por favor não vá embora, eu preciso da senhora aqui. Agora somos apenas as duas. Só a tenho a si.
Crystal - Eu nunca a abandonaria não nesta altura tão difícil. - Sorriu. - Bem eu agora vou tratar da louça e a menina devia ir descansar.
Assim o fizemos, ela levantou-se para tratar da louça de jantar e eu levantei-me para ir dormir. Era isso que eu precisava, da minha preciosa cama para uma boa noite de sono.
Vesti a roupa que usava para dormir e de seguida lavei a cara prendendo por fim o cabelo num rabo de cavalo solto.
Assim que me deitei, o telemóvel vibrou, assustada peguei nele sorrindo por ver o nome que o visor mostrava.
Melissa.
A minha melhor amiga, ela voltava amanhã e era normal que por estava altura já soube-se dos acontecimentos pelos jornais.
# Call. #
Melissa - Meu deus Ally, desculpa não ter ligado mais cedo. - Desculpou-se amavelmente. -
- Não faz mal nenhum, Mel. Então sempre voltas amanhã?
Melissa - Claro que volto já estou a morrer de saudades vossas e do Andy. - Riu. -
- Imagino, temos de combinar algo, preciso de uma amiga para desabafar.
Melissa - Amanhã pelas três estarei em tua casa, pode ser?
- Sim, vai ser ótimo. - Sorri. -
# Call. #
Assim que desliguei o aparelho de última geração na mesa voltei a deitar-me perdendo-me no fundo dos sonhos que se tornaram em pesadelos rapidamente.
O som irritante do despertador voltou a ecuar como todos os dias no meu quarto. Levantei-me cuidadosamente para não cair devido a sentir-me ainda bastante cansada. Vesti algo simples para ir para a faculdade, novamente iria ouvir e fazer ouvidos moucos a todos os boatos criados na mesma.
[ http://www.polyvore.com/cgi/set?id=100984833 ]
Na cozinha encontrava-se um recado no papelzinho rosa choque deixado pela Crystal, peguei nele e li-o em voz alta.
- Foi ao mini-mercado da vila, volto dentro das 11h. - Amachuquei o papel e deitei-o no caixote do lixo.
A necessidade de estar sozinha apoderou-se de mim sentia que não pertencia a estas pessoas e que elas não gostavam da minha presença. Ouvi carros a serem ligados e as portas a fecharem-se, era sinal que já tinha acabado e agora aquelas pessoas estavam de saída finalmente. Suspirei e admirei o horizonte.
- Ele não podia ter morrido, não podia...
Senti algo atrás de mim, era o Jared, sorri sem ele se aperceber,virei a cara para o lado contrario já estava farta que ele me visse a chorar.
Jared - A falar sozinha?
- A pensar alto.. - Respondi sem emoção. -
Jared - Pensa que ele está num lugar melhor Allyah. - Falou carinhosamente como se estivesse a espera de um sorriso em troca. -
- As pessoas dizem isso para confortar as outras, mas na verdade o "céu" não existe..
Jared - Devias ser mais positiva, tens de continuar com a tua vida.
- Perdi a única coisa que tinha e queres que seja positiva, como? Explica-me porque eu não sei.
Jared - Sabes uma coisa, o meu pai morreu quando eu e o meu irmão tínhamos dez anos. - Olhei-o curiosa, na espera de saber mais. - Sabes como me senti? Como tu te estás a sentir agora, mas eu continuei a minha vida lembrando-me de que ele estava bem, no céu num melhor lugar para ele.
# Night - Dinner. #
O jantar era silencioso, a Crystal não falava e eu não a encarava, não sabia o que dizer para ser sincera. Apenas a tinha a ela, que quase simbolizou uma figura maternal para mim.
Não queria que ela fosse embora, não agora.
- Crystal... - Chamei a sua atenção. - Por favor não vá embora, eu preciso da senhora aqui. Agora somos apenas as duas. Só a tenho a si.
Crystal - Eu nunca a abandonaria não nesta altura tão difícil. - Sorriu. - Bem eu agora vou tratar da louça e a menina devia ir descansar.
Assim o fizemos, ela levantou-se para tratar da louça de jantar e eu levantei-me para ir dormir. Era isso que eu precisava, da minha preciosa cama para uma boa noite de sono.
Vesti a roupa que usava para dormir e de seguida lavei a cara prendendo por fim o cabelo num rabo de cavalo solto.
Assim que me deitei, o telemóvel vibrou, assustada peguei nele sorrindo por ver o nome que o visor mostrava.
Melissa.
A minha melhor amiga, ela voltava amanhã e era normal que por estava altura já soube-se dos acontecimentos pelos jornais.
# Call. #
Melissa - Meu deus Ally, desculpa não ter ligado mais cedo. - Desculpou-se amavelmente. -
- Não faz mal nenhum, Mel. Então sempre voltas amanhã?
Melissa - Claro que volto já estou a morrer de saudades vossas e do Andy. - Riu. -
- Imagino, temos de combinar algo, preciso de uma amiga para desabafar.
Melissa - Amanhã pelas três estarei em tua casa, pode ser?
- Sim, vai ser ótimo. - Sorri. -
# Call. #
Assim que desliguei o aparelho de última geração na mesa voltei a deitar-me perdendo-me no fundo dos sonhos que se tornaram em pesadelos rapidamente.
O som irritante do despertador voltou a ecuar como todos os dias no meu quarto. Levantei-me cuidadosamente para não cair devido a sentir-me ainda bastante cansada. Vesti algo simples para ir para a faculdade, novamente iria ouvir e fazer ouvidos moucos a todos os boatos criados na mesma.
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Na cozinha encontrava-se um recado no papelzinho rosa choque deixado pela Crystal, peguei nele e li-o em voz alta.
- Foi ao mini-mercado da vila, volto dentro das 11h. - Amachuquei o papel e deitei-o no caixote do lixo.
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