sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

HAUNTED - The beautiful necklace.

# Somewhere South London ,Moments Before # 

- Jared Point Of View - 

Os meus olhos doíam já não podia olhar para o computador, desde que conheci a Allyah e o caso tão misterioso da morte do John que me sentia diferente, as vezes tinha medo de saber mais sobre o caso. Não me queria envolver demasiado com o perigo. 
Mas a curiosidade mata o gato, e neste caso eu sentia que ia matar-me a mim também. 

Desliguei o computador e encostei-me a cabeceira da cama, que era almofadada. Liguei a televisão e comecei a preparar-me para mais uma noite aborrecida já não me lembrava de sair e divertir-me, como nos velhos tempos. 

Revirei quando vi o meu irmão, Shannon, entrar no meu quarto. Temos uma relação ótima e não podia ter um irmão melhor mas as vezes ele é irritante. Como hoje. 

Shannon - O Tommo e eu vamos beber um copo, queres vir?  - Falou encostado a porta. - 

- Passo. 

Shannon - Começo a ficar preocupado, não sais do quarto a dias... - Sentou-se na beira da cama. - 

- Shann eu trabalho entendes, tenho assuntos para tratar. - Falei rude, talvez demais. - 

Shannon - Quem é a gaja? Quem é que te deu a volta a cabeça? - Perguntou irónico. - 

- Ninguém Shannnon, agora sai. - Atirei-lhe com uma almofada quando o mesmo saiu. - 

Levei a mão ao cabelo, puxando-o. Ela estava a deixar-me doido, e agora estava a ignorar-me e só eu sei o que doí-a ver as suas chamadas serem não atendidas. 
Eu provavelmente perdia para um otário qualquer, era frustrante. 

Logo comigo eu tinha todas as que queria, até agora. Não valia a pena ficar a pensar nela pois eu sabia que de alguma forma ela ainda ia ser minha, com o tempo. Pelo menos eu queria acreditar nisso. 

Despi as calças deixando-as no chão, realmente tinha de começar a ser mais organizado. 
Deitei-me e tentei adormecer o mais rapidamente possível, não queira pensar em nada. 

O som do despertador fez questão de me acordar, lentamente descobri um braço para o desligar. 
Quando sai da cama, ouvi a porta principal a fechar era o Shannon com certeza. 

Sai do mesmo ainda com o cabelo molhando e pouco arranjado. O Shannon estava sentado na mesa da cozinha com uma mão na testa, estava a curar mais uma. 


- Nunca aprendes pois não? - Ri-me tirando o pacote de leite do frigorífico. - 

Shannon - Tu deixa-me. - Tentou rir, mas as dores não deixavam. - Passa lá na agência antes de ires a casa da Ally dizer que eu estou doente. 

- Como queiras. - Pousei o copo e preparei-me para sair. - 

# Andy's Apartment - London. #  

- Allyah Point Of View.- 

Virei-me mais uma vez na cama, abri os olhos e passei a mão pelo lugar do Andy. Estava vazio. 
Abri os olhos e sentei-me na cama vendo o Andy a entrar já pronto. 

- Onde foste? - Perguntei indo até ele. - 

Andy - Comprar uma coisa muito importante. - Sorriu, abraçando-me. - 

- Posso saber do que se trata? - Perguntei sentando-me da volta. - 

Andy - Claro, vira-te. - Pediu com as mãos nos meus ombros, virando-me calmamente. - 

Senti duas peças frias no meu pescoço, era um colar. Era perfeito, era a minha cara era simples e era da minha cor favorita. 

Andy - Espero que nunca te esqueças de mim, sempre que estiveres com esse colar espero que te lembres de hoje. E o mais importante que te lembres do nosso amor. - Beijou o meu pescoço lentamente enquanto falava, arrepiando-me por completo. -  

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- Eu nunca te esquecerei, Andy nunca fazes parte da minha vida. - Virei-me para ele abraçando-o. - 

Agora eu sabia que não o podia perder para ninguém nem por nada. 

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quando o jay souber.... ui. 

1) O que acharam da vida do Jared? Acham que está mesmo apaixonado? E o Shannon ahahaha. 
2) Gostam do Andy? Gostaram do presente dele? 
3) Acham que a Allyah está mesmo feliz? 

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

HAUNTED - I love you Andy.

Evitei o Jared durante estes últimos dias, mandei a Crystal avisar que estava doente e tinha sido assaltada, logo não tinha telemóvel. A mesma estranhou o porque do meu afastamento. 
Tinha de ser, aquele beijo não podia ter acontecido eu estava com o Andy ele era doce, gentil, cavalheiro o sonho de qualquer mulher. Eu amava-o. E não lhe podia fazer isso, não tinha esse direito.

O som da campainha ecoou pela casa, levantei-me do sofá e disse a Crystal que era para mim logo eu abria. 
A Anne entrou queixando-se da chuva e do vento, ri-me dela pois estava completamente despenteada. 

Anne - Não tem piada nenhuma. - Falou passando as mãos pelo seu cabelo loiro. - 

- Se visses a tua figurinha, pareces um doida. - Tentei acalmar a minha respiração devido ao riso. - Mas a que se deve a honra da tua visita a minha casa? 

Anne - O pessoal está tudo na casa do Andy, e ele fez questão que eu te viesse buscar. - Sorriu amavelmente. - Por isso vai te vestir, não vais de pijama. 

- Tudo bem, espera por mim aqui juro que vou ser rápida. - Falei enquanto subia as escadas. - 

Despi o pijama e coloquei-o na beira da cama para  a noite o vestir, tomei um banho rápido, conforme entrei na casa de banho já estava a sair vestida para ir ter com a Anne para irmos. 
Avisei a Crystal que podia chegar tarde e que podia jantar sozinha. Por momentos fiquei com pena dela, tenho andado muito distante


Crystal - Tenham cuidado na estrada meninas, o tempo não ajuda. 

Anne - Não se preocupe Crystal, eu ando devagar. 

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No último semáforo antes da casa do Andy a Anne colocou a mão na minha perna chamando a minha atenção, retirando-a segundos depois. 

Anne - Tens a certeza que gostas mesmo do Andy ? - Perguntou desconfiada. - 

- Tenho Anne, porque? 

Anne - Porque tanto tu como ele merecem ser amados, verdadeiramente. - Falou carinhosamente. - Não quero que sofram. 

- Anne, não vamos ter essa conversa agora. - Olhei para cima vendo o semáforo verde. - Anda já está verde. 

Anne - A tua sorte é que estamos a chegar, senão não me escapavas. 

Quando chegamos o Andrew veio abrir a porta, dizendo para entramos porque haviam uns problemas na cozinha com o Chris. Ri-me pois dele não vinham nada bom. 

Pelo caminho até a cozinha vi a Tay e o Andy a jogar PS3, GTAV estavam tão engraçados a reclamar um com o outro, afinal era típico deles. 
Na cozinha pelo contrario instalava-se um pequeno caos o Andrew abriu o forno deixando o fumo preto sair. 

Taylor - Nem sei para que quê cozinhas, Chris. - Riu-se apagando o cigarro. - 

Chris - Foda-se a culpa é da merda do frango. - Falou chateado pondo a assadeira em água. - 

- Não há nada a fazer agora, por isso vamos jogar e esquecer isto. - Ri-me vendo a cara do Chris. - 

Saímos da cozinha todos juntos, com alguma dificuldade em passar na porta pois queríamos sair todos ao mesmo tempo. 


O Andrew estava sentado num sofá de um só lugar com as pernas nos braços do mesmo, no seu colo tinha uma taça de batatas fritas onduladas e uma coca-cola. A Tay estava sentada no sofá encostado a parede numa posoção estranha apenas olhava para a televisão para ver quando é que o Chris perdia, para a mesma jogar. 
A Taylor estava sentada do meu lado encostada no peito do Chris que se encontrava a jogar. Eu estava sentada ao lado do Andy que tinha um balde de pipocas no seu colo e os seus braços a volta da minha cintura. Já a Anne estava sentada no sofá ao Lado do Andrew entretida com as mensagens e a beber uma coca-cola sem açúcar.

Tay - Chris sou eu agora. - Gritou enquanto se levantava para ir buscar o comando. - 

# Few Hours Later # 


Atirei a mala para um canto do quarto e atirei-me para cima da cama dele, enroscando-me á almofada. Estava de barriga para baixo, o Andy  por cima de mim e começou a distribuir-me beijos pelo pescoço, e á medida que o fazia ia empurrando os meus cabelos todos para o mesmo lado. O seus lábios húmidos a roçar no meu pescoço, arrepiavam-me de uma forma inexplicável.

- Andy.....


Andy - Vira-te para mim... - Beijou-me novamente. -

- Se me deixares! - Riu roucamente e levantou-se, ficando na pose das flexões e eu virei-me. - 

 
Andy - És perfeita. - Ele baixou-se e roçou os nossos lábios. - 

- Andy... - Sussurrei, como se fosse derreter. 

Andy - Podias ter trazido roupa para aqui... - Disse sorrindo, como eu amava o seu sorriso. - 

- Posso tratar disso amanhã com a Anne. - Ri-me puxando-o pela parte de trás do pescoço para mais um beijo. - 

Os nossos lábios mexiam-se um contra o outro calmamente, á medida que ele intensificava o beijo, eu ia chegando-me para trás, sem separar os nossos lábios, enquanto ele subia para cima de mim. Parámos o beijo e puxou-me mais para ele se isso era possível sentia todas as partes do seu corpo contra o meu e assim como ele sentia-me a mim. Sentia o seu coração a bater contra o meu peito como ele sentia o meu.
Voltou a dar-me atenção, passou a mão pela minha bochecha sorrindo.

Andy - Amo-te mais do que podes imaginar, Allyah. 

- Também te amo Andy. - Sorri amavelmente sem mostrar os dentes. - 

Beijei-o, as nossas línguas tocaram-se, arrepiando-me por completo, suguei o seu lábio inferior e ele largou um pequeno gemido, sorri por tal. Sentei-me na sua virilha e ele sentou-se seguidamente levando as suas mãos as minhas ancas prensando-as contra as dele, tirei a sua camisola e ele a minha, livrei-me depois das calças e dos ténis, o Andy deitou-se fazendo com que eu me deita-se também e beijei-lhe o pescoço, comecei a desapertar as calças dele e depois beijei-o. Durante o beijo ele livrou-se das calças e dos ténis. Levantei-me de cima dele, fazendo-o sentar-se na cama, fechei as janelas e tranquei a porta, fui na sua direção, andando de uma forma sedutora, subi para cima da sua virilha novamente e rocei-me "nele", sentindo-o duro e pronto para a acção. O Andy desapertou-me o sutiã, logo á primeira, virando-me então e livrando-se por completo das nossas roupas. Pus-lhe o preservativo, e sorri-lhe. Ele deitou-se por cima de mim e beijou-me novamente, penetrando-me lentamente, não senti dor nenhuma, apenas prazer. Ficámos assim durante algum tempo, quando chegámos ao ápice, parámos, ele foi deitar o preservativo fora, enquanto eu vesti as cuecas e a camisola dele. Ele apareceu com os boxers vestidos e deitou-se atrás de mim, virei-me de frente para ele e ele sorriu-me. Como eu amava o seu sorriso.

Andy - Estás bem? 

- Melhor que bem, ótima. - Entrelacei os nossos dedos. - Estou cansada. - Ri baixo. - 

Andy - Sabes... - Puxou-me eliminando todo o espaço, por fim encostou os seus lábios aos meus. - Depois de me ter afastado tanto, depois de não ter estado presente nos teus momentos mais difíceis achei mesmo que não me perdoasses 

- Foi melhor assim não queria que me visses triste e a chorar. - Sorri-lhe colando os nossos lábios mais uma vez esta noite. - 

Ajeitei-me melhor nos seus braços e deitei a minha cabeça no sue peito tatuado, enquanto ele dormia eu desenhava as suas tatuagens com os meus dedos. 
Acabando por adormecer minutos depois. 

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ATÉ ESTÁ GRANDINHO. *---* eles são tão fofos. 

1) Gostaram da tarde deles, super divertida não foi? 
2) Acham que a Anne precisa de estar tão preocupada com os sentimentos deles? 
3) Acham que eles se amam mesmo, digam-me a vossa opinião? 
4) E sobre o momento deles acham que ela se vai arrepender? 

beijinho. *

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

HAUNTED - Our Secret.

O inverno estava a aproximar-se cada vez mais, a chuva era imensa e o frio era incondicional. 
Desliguei o computador e arrumei-o juntamente dos últimos trabalhos que tinha feito. A faculdade estava a acabar, dentro de meses estava formada e em Paris a trabalhar se tudo corre-se como o planeado. 


Depois de apertar o fecho do casaco desci as escadas calmamente, avisei a Crystal que não sabia a que horas voltava porque ainda tencionava passar pela faculdade. 


O caso do meu avô era mais complicado do que aparentava, haviam vários segredos por desvendar que apenas ele podia revelar. Na autopecia tinham encontrado um chave no seu intestino. Algo estranho e que não entrava na cabeça de ninguém. 
Os médicos legistas disseram que as vitimas de assassinatos estranhos faziam isso para esconder pistas importantes. 

Perdida nas lembranças da minha memória, quando dei por mim já estava a frente do edifício onde o gabinete do Jared se situava, um pouco longe de cause tudo. 
Apertei o botão do elevador e rapidamente, já estava a porta do gabinete, a porta era preta normal com a maçaneta prateada. Tinha o numero «966» em letras bem visíveis estampado. 

O seu cheiro estava por toda a parte, o mesmo estava sentado na cadeira completamente atento com alguma coisa que via no computador, não tinha reparado que já estava lá. 

Fiz com que ele me visse estalando os dedos na sua frente. A sua reação foi cómica no mínimo.

Jared - Ally, obrigada eu cause morri de susto. - Riu sarcasticamente, e cumprimentou-me  formalmente. - 

- Então há mais noticias, sobre a tal chave? - Perguntei ansiosa sentando-me. - 


Jared - Eu não sei como dizer isto. - Limpou a garganta, continuando a falar calmamente. - As analises garantem que a chave tem mais de dois séculos, pelo menos, e posso cause jurar que ela é a chave de todos os nossos problemas mas também algo perigoso.

- O que quê ela abre mesmo? - Questionei-o tentando não parecer idiota. - 

Jared - Pode abrir uma porta ou um cofre, talvez abra alguma porta de tua casa. 

« A biblioteca, pensei. » 

- Não pode, conheço as chaves de todas as portas e essa eu nunca a tinha visto antes. 

Jared - Algo secreto, algo que o teu avô não querias que ti visses. 

- Não tínhamos segredos Jared, éramos família ele nunca me escondeu nada. - Argumentei. - 

Jared - Ele podia ter escondido algo tão negro e mau que nem eu nem tu podemos imaginar. E se o fez foi para o teu bem.

Duas horas depois o Sol já não brilhava mais nas ruas, dava lugar a Lua e a uma atmosfera sombria, húmida e estranha. O nevoeiro era intenso nos montes, e tapava  metade da Lua. Levantei-me da cadeira, queixei-me mentalmente das dores nas pernas por ter estado este tempo todo sentada. 

Jared - Allyah. - Chamou cause num sussurro, se estivesse alguém a falar em não ouviria. - 

O seu corpo estava a centímetros, sentia as suas botas contra as minhas botas. 
Inspirei fundo, preparando-me para falar, mas o mesmo enganchou um dedo nas minhas calças e puxou-me para mais perto se fosse possível. Os seus olhos azuis eram um oceano. 
Respirava lenta e profundamente, deixei-me ficar assim suspensa entre ele e a parede, sentido o meu pulso a acelerar a medida que ganhava consciência do corpo dele e do aroma masculino da sua pele, em que se misturavam o seu perfume o cabedal e hortelã. A minha resistência a desaparecer.
Num pequeno impulso, ignorando tudo além do meu desejo, agarrei-o pela gola do casaco e eliminei a distancia que faltava entre nós, puxando-o contra mim.

- Não me obrigues a arrepender disto. - Sussurrei, sem fôlego.- 

Jared - Nunca te arrependeras, nunca. 

Beijou-me, correspondi da mesma intensidade, Entrelacei os meus dedos no seu cabelo, apertando-o mais. Os nossos lábios travavam uma longa batalha. 
As suas mãos frias estavam agora debaixo da minha camisa apertando a minha pela, arrepiando-me. Inclinei-me separado-me dele. 

Tinha de ir embora, mesmo que a minha vontade fosse outra. 

Jared - O nosso segredo. - Beijou-me pela última vez. - 
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Não me matem, desculpem a demora. 

1) O que acham acerca dos segredos do avô da Allyah? 
2) E sobre a chave, acham que vai ser uma coisa boa ou má, acham que abre o que? 
3) E o beijo, hum, não estavam a espera. O que acharam? 

não percam os próximos capítulos bbys.