O inverno estava a aproximar-se cada vez mais, a chuva era imensa e o frio era incondicional.
Desliguei o computador e arrumei-o juntamente dos últimos trabalhos que tinha feito. A faculdade estava a acabar, dentro de meses estava formada e em Paris a trabalhar se tudo corre-se como o planeado.
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Depois de apertar o fecho do casaco desci as escadas calmamente, avisei a Crystal que não sabia a que horas voltava porque ainda tencionava passar pela faculdade.
O caso do meu avô era mais complicado do que aparentava, haviam vários segredos por desvendar que apenas ele podia revelar. Na autopecia tinham encontrado um chave no seu intestino. Algo estranho e que não entrava na cabeça de ninguém.
Os médicos legistas disseram que as vitimas de assassinatos estranhos faziam isso para esconder pistas importantes.
Perdida nas lembranças da minha memória, quando dei por mim já estava a frente do edifício onde o gabinete do Jared se situava, um pouco longe de cause tudo.
Apertei o botão do elevador e rapidamente, já estava a porta do gabinete, a porta era preta normal com a maçaneta prateada. Tinha o numero «966» em letras bem visíveis estampado.
O seu cheiro estava por toda a parte, o mesmo estava sentado na cadeira completamente atento com alguma coisa que via no computador, não tinha reparado que já estava lá.
Fiz com que ele me visse estalando os dedos na sua frente. A sua reação foi cómica no mínimo.
Jared - Ally, obrigada eu cause morri de susto. - Riu sarcasticamente, e cumprimentou-me formalmente. -
- Então há mais noticias, sobre a tal chave? - Perguntei ansiosa sentando-me. -
Jared - Eu não sei como dizer isto. - Limpou a garganta, continuando a falar calmamente. - As analises garantem que a chave tem mais de dois séculos, pelo menos, e posso cause jurar que ela é a chave de todos os nossos problemas mas também algo perigoso.
- O que quê ela abre mesmo? - Questionei-o tentando não parecer idiota. -
Jared - Pode abrir uma porta ou um cofre, talvez abra alguma porta de tua casa.
« A biblioteca, pensei. »
- Não pode, conheço as chaves de todas as portas e essa eu nunca a tinha visto antes.
Jared - Algo secreto, algo que o teu avô não querias que ti visses.
- Não tínhamos segredos Jared, éramos família ele nunca me escondeu nada. - Argumentei. -
Jared - Ele podia ter escondido algo tão negro e mau que nem eu nem tu podemos imaginar. E se o fez foi para o teu bem.
Duas horas depois o Sol já não brilhava mais nas ruas, dava lugar a Lua e a uma atmosfera sombria, húmida e estranha. O nevoeiro era intenso nos montes, e tapava metade da Lua. Levantei-me da cadeira, queixei-me mentalmente das dores nas pernas por ter estado este tempo todo sentada.
Jared - Allyah. - Chamou cause num sussurro, se estivesse alguém a falar em não ouviria. -
O seu corpo estava a centímetros, sentia as suas botas contra as minhas botas.
Inspirei fundo, preparando-me para falar, mas o mesmo enganchou um dedo nas minhas calças e puxou-me para mais perto se fosse possível. Os seus olhos azuis eram um oceano.
Respirava lenta e profundamente, deixei-me ficar assim suspensa entre ele e a parede, sentido o meu pulso a acelerar a medida que ganhava consciência do corpo dele e do aroma masculino da sua pele, em que se misturavam o seu perfume o cabedal e hortelã. A minha resistência a desaparecer.
Num pequeno impulso, ignorando tudo além do meu desejo, agarrei-o pela gola do casaco e eliminei a distancia que faltava entre nós, puxando-o contra mim.
- Não me obrigues a arrepender disto. - Sussurrei, sem fôlego.-
Jared - Nunca te arrependeras, nunca.
Beijou-me, correspondi da mesma intensidade, Entrelacei os meus dedos no seu cabelo, apertando-o mais. Os nossos lábios travavam uma longa batalha.
As suas mãos frias estavam agora debaixo da minha camisa apertando a minha pela, arrepiando-me. Inclinei-me separado-me dele.
Tinha de ir embora, mesmo que a minha vontade fosse outra.
Jared - O nosso segredo. - Beijou-me pela última vez. -
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Não me matem, desculpem a demora.
1) O que acham acerca dos segredos do avô da Allyah?
2) E sobre a chave, acham que vai ser uma coisa boa ou má, acham que abre o que?
3) E o beijo, hum, não estavam a espera. O que acharam?
não percam os próximos capítulos bbys.
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