sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

HAUNTED - The beautiful necklace.

# Somewhere South London ,Moments Before # 

- Jared Point Of View - 

Os meus olhos doíam já não podia olhar para o computador, desde que conheci a Allyah e o caso tão misterioso da morte do John que me sentia diferente, as vezes tinha medo de saber mais sobre o caso. Não me queria envolver demasiado com o perigo. 
Mas a curiosidade mata o gato, e neste caso eu sentia que ia matar-me a mim também. 

Desliguei o computador e encostei-me a cabeceira da cama, que era almofadada. Liguei a televisão e comecei a preparar-me para mais uma noite aborrecida já não me lembrava de sair e divertir-me, como nos velhos tempos. 

Revirei quando vi o meu irmão, Shannon, entrar no meu quarto. Temos uma relação ótima e não podia ter um irmão melhor mas as vezes ele é irritante. Como hoje. 

Shannon - O Tommo e eu vamos beber um copo, queres vir?  - Falou encostado a porta. - 

- Passo. 

Shannon - Começo a ficar preocupado, não sais do quarto a dias... - Sentou-se na beira da cama. - 

- Shann eu trabalho entendes, tenho assuntos para tratar. - Falei rude, talvez demais. - 

Shannon - Quem é a gaja? Quem é que te deu a volta a cabeça? - Perguntou irónico. - 

- Ninguém Shannnon, agora sai. - Atirei-lhe com uma almofada quando o mesmo saiu. - 

Levei a mão ao cabelo, puxando-o. Ela estava a deixar-me doido, e agora estava a ignorar-me e só eu sei o que doí-a ver as suas chamadas serem não atendidas. 
Eu provavelmente perdia para um otário qualquer, era frustrante. 

Logo comigo eu tinha todas as que queria, até agora. Não valia a pena ficar a pensar nela pois eu sabia que de alguma forma ela ainda ia ser minha, com o tempo. Pelo menos eu queria acreditar nisso. 

Despi as calças deixando-as no chão, realmente tinha de começar a ser mais organizado. 
Deitei-me e tentei adormecer o mais rapidamente possível, não queira pensar em nada. 

O som do despertador fez questão de me acordar, lentamente descobri um braço para o desligar. 
Quando sai da cama, ouvi a porta principal a fechar era o Shannon com certeza. 

Sai do mesmo ainda com o cabelo molhando e pouco arranjado. O Shannon estava sentado na mesa da cozinha com uma mão na testa, estava a curar mais uma. 


- Nunca aprendes pois não? - Ri-me tirando o pacote de leite do frigorífico. - 

Shannon - Tu deixa-me. - Tentou rir, mas as dores não deixavam. - Passa lá na agência antes de ires a casa da Ally dizer que eu estou doente. 

- Como queiras. - Pousei o copo e preparei-me para sair. - 

# Andy's Apartment - London. #  

- Allyah Point Of View.- 

Virei-me mais uma vez na cama, abri os olhos e passei a mão pelo lugar do Andy. Estava vazio. 
Abri os olhos e sentei-me na cama vendo o Andy a entrar já pronto. 

- Onde foste? - Perguntei indo até ele. - 

Andy - Comprar uma coisa muito importante. - Sorriu, abraçando-me. - 

- Posso saber do que se trata? - Perguntei sentando-me da volta. - 

Andy - Claro, vira-te. - Pediu com as mãos nos meus ombros, virando-me calmamente. - 

Senti duas peças frias no meu pescoço, era um colar. Era perfeito, era a minha cara era simples e era da minha cor favorita. 

Andy - Espero que nunca te esqueças de mim, sempre que estiveres com esse colar espero que te lembres de hoje. E o mais importante que te lembres do nosso amor. - Beijou o meu pescoço lentamente enquanto falava, arrepiando-me por completo. -  

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- Eu nunca te esquecerei, Andy nunca fazes parte da minha vida. - Virei-me para ele abraçando-o. - 

Agora eu sabia que não o podia perder para ninguém nem por nada. 

---- 

quando o jay souber.... ui. 

1) O que acharam da vida do Jared? Acham que está mesmo apaixonado? E o Shannon ahahaha. 
2) Gostam do Andy? Gostaram do presente dele? 
3) Acham que a Allyah está mesmo feliz? 

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

HAUNTED - I love you Andy.

Evitei o Jared durante estes últimos dias, mandei a Crystal avisar que estava doente e tinha sido assaltada, logo não tinha telemóvel. A mesma estranhou o porque do meu afastamento. 
Tinha de ser, aquele beijo não podia ter acontecido eu estava com o Andy ele era doce, gentil, cavalheiro o sonho de qualquer mulher. Eu amava-o. E não lhe podia fazer isso, não tinha esse direito.

O som da campainha ecoou pela casa, levantei-me do sofá e disse a Crystal que era para mim logo eu abria. 
A Anne entrou queixando-se da chuva e do vento, ri-me dela pois estava completamente despenteada. 

Anne - Não tem piada nenhuma. - Falou passando as mãos pelo seu cabelo loiro. - 

- Se visses a tua figurinha, pareces um doida. - Tentei acalmar a minha respiração devido ao riso. - Mas a que se deve a honra da tua visita a minha casa? 

Anne - O pessoal está tudo na casa do Andy, e ele fez questão que eu te viesse buscar. - Sorriu amavelmente. - Por isso vai te vestir, não vais de pijama. 

- Tudo bem, espera por mim aqui juro que vou ser rápida. - Falei enquanto subia as escadas. - 

Despi o pijama e coloquei-o na beira da cama para  a noite o vestir, tomei um banho rápido, conforme entrei na casa de banho já estava a sair vestida para ir ter com a Anne para irmos. 
Avisei a Crystal que podia chegar tarde e que podia jantar sozinha. Por momentos fiquei com pena dela, tenho andado muito distante


Crystal - Tenham cuidado na estrada meninas, o tempo não ajuda. 

Anne - Não se preocupe Crystal, eu ando devagar. 

http://www.polyvore.com/cgi/set?id=108156055 ]

No último semáforo antes da casa do Andy a Anne colocou a mão na minha perna chamando a minha atenção, retirando-a segundos depois. 

Anne - Tens a certeza que gostas mesmo do Andy ? - Perguntou desconfiada. - 

- Tenho Anne, porque? 

Anne - Porque tanto tu como ele merecem ser amados, verdadeiramente. - Falou carinhosamente. - Não quero que sofram. 

- Anne, não vamos ter essa conversa agora. - Olhei para cima vendo o semáforo verde. - Anda já está verde. 

Anne - A tua sorte é que estamos a chegar, senão não me escapavas. 

Quando chegamos o Andrew veio abrir a porta, dizendo para entramos porque haviam uns problemas na cozinha com o Chris. Ri-me pois dele não vinham nada bom. 

Pelo caminho até a cozinha vi a Tay e o Andy a jogar PS3, GTAV estavam tão engraçados a reclamar um com o outro, afinal era típico deles. 
Na cozinha pelo contrario instalava-se um pequeno caos o Andrew abriu o forno deixando o fumo preto sair. 

Taylor - Nem sei para que quê cozinhas, Chris. - Riu-se apagando o cigarro. - 

Chris - Foda-se a culpa é da merda do frango. - Falou chateado pondo a assadeira em água. - 

- Não há nada a fazer agora, por isso vamos jogar e esquecer isto. - Ri-me vendo a cara do Chris. - 

Saímos da cozinha todos juntos, com alguma dificuldade em passar na porta pois queríamos sair todos ao mesmo tempo. 


O Andrew estava sentado num sofá de um só lugar com as pernas nos braços do mesmo, no seu colo tinha uma taça de batatas fritas onduladas e uma coca-cola. A Tay estava sentada no sofá encostado a parede numa posoção estranha apenas olhava para a televisão para ver quando é que o Chris perdia, para a mesma jogar. 
A Taylor estava sentada do meu lado encostada no peito do Chris que se encontrava a jogar. Eu estava sentada ao lado do Andy que tinha um balde de pipocas no seu colo e os seus braços a volta da minha cintura. Já a Anne estava sentada no sofá ao Lado do Andrew entretida com as mensagens e a beber uma coca-cola sem açúcar.

Tay - Chris sou eu agora. - Gritou enquanto se levantava para ir buscar o comando. - 

# Few Hours Later # 


Atirei a mala para um canto do quarto e atirei-me para cima da cama dele, enroscando-me á almofada. Estava de barriga para baixo, o Andy  por cima de mim e começou a distribuir-me beijos pelo pescoço, e á medida que o fazia ia empurrando os meus cabelos todos para o mesmo lado. O seus lábios húmidos a roçar no meu pescoço, arrepiavam-me de uma forma inexplicável.

- Andy.....


Andy - Vira-te para mim... - Beijou-me novamente. -

- Se me deixares! - Riu roucamente e levantou-se, ficando na pose das flexões e eu virei-me. - 

 
Andy - És perfeita. - Ele baixou-se e roçou os nossos lábios. - 

- Andy... - Sussurrei, como se fosse derreter. 

Andy - Podias ter trazido roupa para aqui... - Disse sorrindo, como eu amava o seu sorriso. - 

- Posso tratar disso amanhã com a Anne. - Ri-me puxando-o pela parte de trás do pescoço para mais um beijo. - 

Os nossos lábios mexiam-se um contra o outro calmamente, á medida que ele intensificava o beijo, eu ia chegando-me para trás, sem separar os nossos lábios, enquanto ele subia para cima de mim. Parámos o beijo e puxou-me mais para ele se isso era possível sentia todas as partes do seu corpo contra o meu e assim como ele sentia-me a mim. Sentia o seu coração a bater contra o meu peito como ele sentia o meu.
Voltou a dar-me atenção, passou a mão pela minha bochecha sorrindo.

Andy - Amo-te mais do que podes imaginar, Allyah. 

- Também te amo Andy. - Sorri amavelmente sem mostrar os dentes. - 

Beijei-o, as nossas línguas tocaram-se, arrepiando-me por completo, suguei o seu lábio inferior e ele largou um pequeno gemido, sorri por tal. Sentei-me na sua virilha e ele sentou-se seguidamente levando as suas mãos as minhas ancas prensando-as contra as dele, tirei a sua camisola e ele a minha, livrei-me depois das calças e dos ténis, o Andy deitou-se fazendo com que eu me deita-se também e beijei-lhe o pescoço, comecei a desapertar as calças dele e depois beijei-o. Durante o beijo ele livrou-se das calças e dos ténis. Levantei-me de cima dele, fazendo-o sentar-se na cama, fechei as janelas e tranquei a porta, fui na sua direção, andando de uma forma sedutora, subi para cima da sua virilha novamente e rocei-me "nele", sentindo-o duro e pronto para a acção. O Andy desapertou-me o sutiã, logo á primeira, virando-me então e livrando-se por completo das nossas roupas. Pus-lhe o preservativo, e sorri-lhe. Ele deitou-se por cima de mim e beijou-me novamente, penetrando-me lentamente, não senti dor nenhuma, apenas prazer. Ficámos assim durante algum tempo, quando chegámos ao ápice, parámos, ele foi deitar o preservativo fora, enquanto eu vesti as cuecas e a camisola dele. Ele apareceu com os boxers vestidos e deitou-se atrás de mim, virei-me de frente para ele e ele sorriu-me. Como eu amava o seu sorriso.

Andy - Estás bem? 

- Melhor que bem, ótima. - Entrelacei os nossos dedos. - Estou cansada. - Ri baixo. - 

Andy - Sabes... - Puxou-me eliminando todo o espaço, por fim encostou os seus lábios aos meus. - Depois de me ter afastado tanto, depois de não ter estado presente nos teus momentos mais difíceis achei mesmo que não me perdoasses 

- Foi melhor assim não queria que me visses triste e a chorar. - Sorri-lhe colando os nossos lábios mais uma vez esta noite. - 

Ajeitei-me melhor nos seus braços e deitei a minha cabeça no sue peito tatuado, enquanto ele dormia eu desenhava as suas tatuagens com os meus dedos. 
Acabando por adormecer minutos depois. 

----- 


ATÉ ESTÁ GRANDINHO. *---* eles são tão fofos. 

1) Gostaram da tarde deles, super divertida não foi? 
2) Acham que a Anne precisa de estar tão preocupada com os sentimentos deles? 
3) Acham que eles se amam mesmo, digam-me a vossa opinião? 
4) E sobre o momento deles acham que ela se vai arrepender? 

beijinho. *

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

HAUNTED - Our Secret.

O inverno estava a aproximar-se cada vez mais, a chuva era imensa e o frio era incondicional. 
Desliguei o computador e arrumei-o juntamente dos últimos trabalhos que tinha feito. A faculdade estava a acabar, dentro de meses estava formada e em Paris a trabalhar se tudo corre-se como o planeado. 


Depois de apertar o fecho do casaco desci as escadas calmamente, avisei a Crystal que não sabia a que horas voltava porque ainda tencionava passar pela faculdade. 


O caso do meu avô era mais complicado do que aparentava, haviam vários segredos por desvendar que apenas ele podia revelar. Na autopecia tinham encontrado um chave no seu intestino. Algo estranho e que não entrava na cabeça de ninguém. 
Os médicos legistas disseram que as vitimas de assassinatos estranhos faziam isso para esconder pistas importantes. 

Perdida nas lembranças da minha memória, quando dei por mim já estava a frente do edifício onde o gabinete do Jared se situava, um pouco longe de cause tudo. 
Apertei o botão do elevador e rapidamente, já estava a porta do gabinete, a porta era preta normal com a maçaneta prateada. Tinha o numero «966» em letras bem visíveis estampado. 

O seu cheiro estava por toda a parte, o mesmo estava sentado na cadeira completamente atento com alguma coisa que via no computador, não tinha reparado que já estava lá. 

Fiz com que ele me visse estalando os dedos na sua frente. A sua reação foi cómica no mínimo.

Jared - Ally, obrigada eu cause morri de susto. - Riu sarcasticamente, e cumprimentou-me  formalmente. - 

- Então há mais noticias, sobre a tal chave? - Perguntei ansiosa sentando-me. - 


Jared - Eu não sei como dizer isto. - Limpou a garganta, continuando a falar calmamente. - As analises garantem que a chave tem mais de dois séculos, pelo menos, e posso cause jurar que ela é a chave de todos os nossos problemas mas também algo perigoso.

- O que quê ela abre mesmo? - Questionei-o tentando não parecer idiota. - 

Jared - Pode abrir uma porta ou um cofre, talvez abra alguma porta de tua casa. 

« A biblioteca, pensei. » 

- Não pode, conheço as chaves de todas as portas e essa eu nunca a tinha visto antes. 

Jared - Algo secreto, algo que o teu avô não querias que ti visses. 

- Não tínhamos segredos Jared, éramos família ele nunca me escondeu nada. - Argumentei. - 

Jared - Ele podia ter escondido algo tão negro e mau que nem eu nem tu podemos imaginar. E se o fez foi para o teu bem.

Duas horas depois o Sol já não brilhava mais nas ruas, dava lugar a Lua e a uma atmosfera sombria, húmida e estranha. O nevoeiro era intenso nos montes, e tapava  metade da Lua. Levantei-me da cadeira, queixei-me mentalmente das dores nas pernas por ter estado este tempo todo sentada. 

Jared - Allyah. - Chamou cause num sussurro, se estivesse alguém a falar em não ouviria. - 

O seu corpo estava a centímetros, sentia as suas botas contra as minhas botas. 
Inspirei fundo, preparando-me para falar, mas o mesmo enganchou um dedo nas minhas calças e puxou-me para mais perto se fosse possível. Os seus olhos azuis eram um oceano. 
Respirava lenta e profundamente, deixei-me ficar assim suspensa entre ele e a parede, sentido o meu pulso a acelerar a medida que ganhava consciência do corpo dele e do aroma masculino da sua pele, em que se misturavam o seu perfume o cabedal e hortelã. A minha resistência a desaparecer.
Num pequeno impulso, ignorando tudo além do meu desejo, agarrei-o pela gola do casaco e eliminei a distancia que faltava entre nós, puxando-o contra mim.

- Não me obrigues a arrepender disto. - Sussurrei, sem fôlego.- 

Jared - Nunca te arrependeras, nunca. 

Beijou-me, correspondi da mesma intensidade, Entrelacei os meus dedos no seu cabelo, apertando-o mais. Os nossos lábios travavam uma longa batalha. 
As suas mãos frias estavam agora debaixo da minha camisa apertando a minha pela, arrepiando-me. Inclinei-me separado-me dele. 

Tinha de ir embora, mesmo que a minha vontade fosse outra. 

Jared - O nosso segredo. - Beijou-me pela última vez. - 
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Não me matem, desculpem a demora. 

1) O que acham acerca dos segredos do avô da Allyah? 
2) E sobre a chave, acham que vai ser uma coisa boa ou má, acham que abre o que? 
3) E o beijo, hum, não estavam a espera. O que acharam? 

não percam os próximos capítulos bbys. 


sábado, 9 de novembro de 2013

HAUNTED - Old Times

~leiam as notas finais, primeiro.~

Faltavam muito poucos minutos para a Anne chegar, sentia-me novamente um pouco feliz, ainda com remorsos por não ter o meu avô aqui comigo. Mas também sei que onde quer que ele esteja agora ele queria ver-me com um sorriso no rosto e não a chorar. 

Desci as escadas, vendo a Crystal a preparar o almoço, sentei-me a seu lado esperando Anne chegar.  

# After a few moments # 

http://data2.whicdn.com/images/85247146/large.jpg - Anne ]
Depois de separar-me da Anne, rimos acho que já não aguentava mais tempos sem a minha melhor amiga. 

Anne - Desculpa não ter ligado nem ter vindo ao funeral, Ally. 

- Passou, não faz mal nenhum Anne.

Anne - Já não aguentava mais estar longe de vocês, principalmente do meu irmão. 

- Eu juro nunca vi ninguém dar-se tão bem com o irmão. - Ri-me enquanto subíamos as escadas em direção ao meu quarto. - 

Anne - E tu como tens andado ? 

- Como assim ? 

Anne - Não te faças de idiota, estou a referir-me a ti a tua vida amorosa, como tem andando? Não conheceste ninguém que queiras partilhar com a tua melhor amiga. 

O seu nome ecoou na minha cabeça lembrando-me dos nossos últimos dias, dos abraços e das palavras carinhosas. De tudo basicamente. 

Jared. 

- Não conheci ninguém. - Falei baixo, tentando não gaguejar ou corar. - 

Anne - Eu conheço-te desde sempre, agora conta lá quem é. - Atirou-me com a almofada que segurava. - 

- Conheci uma pessoa mas não se passa nada, somos só conhecidos. Chama-se Jared esta a tratar do caso do meu avô. - Enquanto falava o queixo de Anne rapidamente caiu. - 

Anne - Jared.... - Murmurou. - Jared Leto, certo ? 

http://i69.photobucket.com/albums/i59/blankpagex/holland-roden/tumblr_m7u7l2SlCo1qhzh1go1_500.gif ]

- Sim, conheces ? 

Anne - O irmão dele está a fazer o mesmo curso que eu.  

- Chega de falar de mim, desde do funeral do meu avô que eu não me divirto acho que podíamos aproveitar o dia para sei lá... - Ri-me juntamente da Anne, era bom voltar aos velhos tempos. - Dia na piscina. 

Anne - Podemos chamar o pessoal, certo? 

- Óbvio, liga-lhes enquanto eu preparo as cenas.  

Dirigi-me até ao closet abri a gaveta onde guardava os bikinis, tirei alguns pares e dentro de uns trinta minutos o quarto estava cheio de vida, alegria. Como era dantes. 

A Tay e a Taylor estavam cá, sempre fomos nos as quatro contra tudo em todos. Sempre fomos as melhores amigas e poucas vezes foram as que nos chateamos. 

Tay - Eu já estava a morrer de saudades vossas, meu deus. - Falou sainda da casa de banho já pronta. 

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Taylor - Minha vez, minha vez para a declaração de saudades. - Falou de maneira chique subindo para cima da cama rindo depois. - Eu morri de saudades vossas, mulas agora venham abraçar-me. - Abriu os braços. - 

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Subimos para cima da cama acabando por cair ao chão umas por cima das outras, rindo feitas crianças. Quem estivesse a julgar de fora ia dizer que somos doidas ou infantis, mas a verdade é que não trocava estes momentos por nada. 

http://www.polyvore.com/cgi/set?id=103273408 ]

Mal nos compusemos o barulho de um carro fez-se ouvir, o que significava que eles tinham chegado. 
Descemos as escadas calmamente e fomos abrir-lhes a porta. 

Definitivamente agora estava no sitio onde sempre pertenci, com a minha "família" 

Chris - Ai meu Deus os meus sentimentos, que eu já não podia mais viver sem esta piolhosa. - Caminhou até mim abraçando-me, ri-me das suas palermices e abracei-o. - 

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Depois de o largar vi-o a caminhar até a Taylor beijando-a calmamente, eles era perfeitos um para o outro. 
Abracei o Andrew enquanto o mesmo fingia que chorava de saudades fazendo todos rir. 

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Depois de quebrar o abraço, dirigi-me ao Andy abraçando-o calmamente, os seus braços rodearam a minha cintura tão delicadamente como se eu fosse de vidro e algo me parti-se. 
Sentir o seu cheiro ouvir a sua voz toca-lo, fez-me reanimar todos os sentimentos novamente. 

Andy - Senti a tua falta baby. - Falou contra a curva do meu pescoço arrepiando-me. - 

http://data2.whicdn.com/images/78097179/large.png ]
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Mudei o nome, no outro capítulo apareceu Melissa, mas é Anne. Antes de mais quero desculpar-me pela minha ausência, mas a minha vida andava virada de pernas para baixo e agora já está tudo mais calmo e decidi voltar a escrever. Quanto a Angel Or Demon, secalhar posto um no domingo. 
Desculpem a demora e por favor não abandonem a fanfic, amo-vos. 

1) O que acham dos amigos da Allyah ? 
2) E acerca do Andy, o que acham que eles tem? 
3) Acham que a Allyah está mesmo feliz, ou está a fingir ? 

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

HAUNTED - " He His In A Better Place Now, Allyah. "

Apressei o meu passo até ao pequeno jardim, não queria ver ninguém agora. Nem o Jared. 
A necessidade de estar sozinha apoderou-se de mim sentia que não pertencia a estas pessoas e que elas não gostavam da minha presença. 

Ouvi carros a serem ligados e as portas a fecharem-se, era sinal que já tinha acabado e agora aquelas pessoas estavam de saída finalmente. Suspirei e admirei o horizonte. 

- Ele não podia ter morrido, não podia... 

Senti algo atrás de mim, era o Jared, sorri sem ele se aperceber,virei a cara para o lado contrario já estava farta que ele me visse a chorar. 

Jared - A falar sozinha?

- A pensar alto.. - Respondi sem emoção. - 

Jared - Pensa que ele está num lugar melhor Allyah. - Falou carinhosamente como se estivesse a espera de um sorriso em troca. - 

- As pessoas dizem isso para confortar as outras, mas na verdade o "céu" não existe.. 

Jared - Devias ser mais positiva, tens de continuar com a tua vida. 

- Perdi a única coisa que tinha e queres que seja positiva, como? Explica-me porque eu não sei. 

Jared - Sabes uma coisa, o meu pai morreu quando eu e o meu irmão tínhamos dez anos. - Olhei-o curiosa, na espera de saber mais. - Sabes como me senti? Como tu te estás a sentir agora, mas eu continuei a minha vida lembrando-me de que ele estava bem, no céu num melhor lugar para ele. 

# Night - Dinner. # 

O jantar era silencioso, a Crystal não falava e eu não a encarava, não sabia o que dizer para ser sincera. Apenas a tinha a ela, que quase simbolizou uma figura maternal para mim. 
Não queria que ela fosse embora, não agora. 

- Crystal... - Chamei a sua atenção. - Por favor não vá embora, eu preciso da senhora aqui. Agora somos apenas as duas. Só a tenho a si. 

Crystal - Eu nunca a abandonaria não nesta altura tão difícil. - Sorriu. - Bem eu agora vou tratar da louça e a menina devia ir descansar. 

Assim o fizemos, ela levantou-se para tratar da louça de jantar e eu levantei-me para ir dormir. Era isso que eu precisava, da minha preciosa cama para uma boa noite de sono. 
Vesti a roupa que usava para dormir e de seguida lavei a cara prendendo por fim o cabelo num rabo de cavalo solto. 

Assim que me deitei, o telemóvel vibrou, assustada peguei nele sorrindo por ver o nome que o visor mostrava. 

Melissa. 

A minha melhor amiga, ela voltava amanhã e era normal que por estava altura já soube-se dos acontecimentos pelos jornais. 

# Call. # 

Melissa - Meu deus Ally, desculpa não ter ligado mais cedo. - Desculpou-se amavelmente. - 
- Não faz mal nenhum, Mel. Então sempre voltas amanhã?
Melissa - Claro que volto já estou a morrer de saudades vossas e do Andy. - Riu. - 
- Imagino, temos de combinar algo, preciso de uma amiga para desabafar. 
Melissa - Amanhã pelas três estarei em tua casa, pode ser? 
- Sim, vai ser ótimo. - Sorri. - 

# Call. # 

Assim que desliguei o aparelho de última geração na mesa voltei a deitar-me perdendo-me no fundo dos sonhos que se tornaram em pesadelos rapidamente. 

O som irritante do despertador voltou a ecuar como todos os dias no meu quarto. Levantei-me cuidadosamente para não cair devido a sentir-me ainda bastante cansada. Vesti algo simples para ir para  a faculdade, novamente iria ouvir e fazer ouvidos moucos a todos os boatos criados na mesma.

http://www.polyvore.com/cgi/set?id=100984833 ]

Na cozinha encontrava-se um recado no papelzinho rosa choque deixado pela Crystal, peguei nele e li-o em voz alta. 

- Foi ao mini-mercado da vila, volto dentro das 11h. - Amachuquei o papel e deitei-o no caixote do lixo. 

HAUNTED - The Funeral And New Family Members.

# Weeks Later. # 

Tinham sido dias terríveis, nos boatos não paravam e para piorar todos me olhavam de lado. Como se fosse um estranho. 
O pior é que hoje, infelizmente, é o funeral do meu avô. Dito pela Crystal alguns familiares que eu nunca conheci vinham ao funeral, depois disso a Herança iria ser lida ao presentes. 

Mesmo com esses membros, que para mim não passavam de meros interesseiros, estivessem cá eu continuava a ser a sua única herdeira legal. Ele era como um pai que nunca tive. Mesmo sabendo que essas figuras paternas eram vivas eu nunca entendi o porque do afastamento. 

Acabei de vestir-me completamente contrariada, fiz uma maquilhagem simples e rapidamente sai do quarto vendo a Crystal a sair também do seu dirigindo-se comigo para a cozinha para o pequeno almoço. 

Crystal - Menina Allyah despache-se o menino Jared deve estar a chegar. - Falou docemente como sempre. - 

Jared. 
Rapidamente as memórias todas se juntaram na minha cabeça, o seu cheiro, o seu apoio, os seus olhos perfeitos a meu ver, tudo. 

Assenti, começando a comer uma maçã verde apenas para dizer que comi. 

http://www.polyvore.com/cgi/set?id=100786025 ]

Minutos depois batidas fortes foram ouvidas na porta, com certeza era o Jared. Crystal rapidamente se levantou para a abrir. 
O mesmo vinda vestido de preto como sempre, o seu cabelo perfeitamente direito e a sua barba por fazer todos esses pormenores contrastavam maravilhosamente bem com os seus olhos azuis. 

Crystal novamente retirou-se dizendo que ia tratar da louça do pequeno almoço. 
Sentei-me no grande sofá batendo no lugar vazio para o mesmo se sentar, assim o fez notando o meu nervosismo perante os membros novos que estava prestes a conhecer. 

Jared - Vai correr tudo bem, confia em mim. - Falou calmamente com o seu timbre levemente grave e rouco. - 

- Jared, eu nunca conheci a minha família. Eu só tinha o meu avô. - Olhei para o mesmo. - Esquece tu não vais entender... 

Jared - Entendo sim, deves estar a pensar que eles não te vão aceitar como és que vou julgar-te e condenar-te por nunca os ter procurado. Que agora só queres a herança mas na verdade não e nenhum deles sabe como estás partida por dentro. 

Olhei-o novamente estupefacta com as palavras tão precisas que ele disse, ele simplesmente disse tudo o que eu estava a sentir. Como se estivesse dentro de mim para saber o que eu estava a sentir. 

Minutos de silêncio tortuosos seguiram-se, nenhum sabia o que dizer. O tempo passava depressa demais e o meu coração acelerava conseguia senti-lo a bater no meu peito. 

Crystal - Menina Allyah o carro fúnebre acabou de chegar, está na hora. - Falou vestindo o seu sobretudo preto. - 

Assenti, levantando-me juntamente do Jared. Respirei fundo assim que entramos no carro preto que se situava atrás do carro fúnebre. 

# The Funeral # [  http://www.youtube.com/watch?v=nuYspQlAwDY  ]

O som da música triste ecoava na minha cabeça, fazendo-me chorar silenciosamente. 

Always you will be part of me
And I will forever feel your strength
When I need it most
You're gone now, gone but not forgotten
I can't say this to your face
But I know you hear

I'll see you again
You never really left
I feel you walk beside me
I know I'll see you again
When I'm lost, when I'm missing you like crazy
I tell myself I'm so blessed
To have had you in my life 

O funeral do meu avô estava a ser um choque por que estar presente, afinal eu era como uma estranha naquela gente, eles não me conheciam, nem eu a eles. 

O som do violino fez-se ouvir quando começaram a enterrar o caixão. Tremi, como se tivessem arrancado parte de mim. Baixei a cabeça como se estivesse com medo de ver. Chorei como se fosse o fim. 

Senti um dos braços do Jared puxarem-me para um abraço, deixei o meu corpo ser levado por ele. Abraçou-me de maneira a que pode-se encostar a minha cabeça ao sei peito sentido os seus músculos. 
Respirei fundo deixando milhares de lágrimas escorrerem pela minha cara. A sua mão acariciou novamente as minhas costas em círculos como anteriormente. 

Baixou a sua cabeça depositando um longo beijo na minha testa enquanto me apertava nos seus braços. Naquele momento senti-me protegida não haviam palavras para explicar aquele sentimento. 

Horas lentamente de passaram e o pior momento estava a decorrer, começou como sempre as pessoas estavam ansiosas, famintas, por ouvirem a leitura da herança. 

Eles só queriam saber do seu dinheiro, Philipe um dos melhores amigos de John, começou a ler a sua herança sentia-se o seu tom choroso. 

Philipe - Os únicos herdeiros legítimos são Allyah Heaven Tenor. Ficando Allyah Tenor com toda a sua contia monetária e com todos os seus terrenos. 

Os murmúrios cúmplices começaram, todos estavam indignados por não ficarem nem com um euro da sua herança. Não pode manter-me calada naquele momento. Eles estavam a tratar o dia do funeral do meu avô como uma casa ao tesouro. 

- Importam-se de se calar. - Falei levantando-me largando a mão de Jared. - Realmente é ridículo o vosso comportamento parecem hienas a procura de carne pobre, John Tenor era um homem maravilhoso e eu tenho a certeza disso. Vocês apenas tem Tenor no nome, porque na realidade vocês não são um Tenor. - Rapidamente sai daquele sala, sentindo passos pesados atrás e mim, calculei mentalmente que fosse o Jared. - 

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vá até é grande este. (: 

1) O que acham da amizade da Allyah e do Jared? 
2) Será que os novos membros iram arranjar problemas? 


segunda-feira, 14 de outubro de 2013

HAUNTED - " We can talk in a more friendly place."

Virei-me para trás preparando-me para ver qualquer coisa possível, mas não era nada de mal. 
Era apenas o parapsicólgo que me mandou vir aqui por esta hora. 

Jared - Desculpa se te assustei. - Sorriu amavelmente, o seu sorriso era bonito de facto. - 

- Não me assustou Doutor Jacob. 

Jared - O meu nome é Jared. 

- Desculpe, Doutor Jared. - Corrigi o seu nome. - 

Jared - Por favor Allyah, trata-me por tu. Quantos anos é que eu tenho  a mais que tu, 5? - Riu. - Não gosto que me tratem por Doutor nem você.

- Claro, desculpa então. Chamas-te-me aqui porque? 

Jared - Foste a última pessoa que falou com o John, então tenho de te fazer mais perguntas. Mas acho que podemos falar num lugar mais amigável. 

- Onde mais precisamente?

# Minutes Later. #

Encontrava-me num pequeno café com vista para as ruas húmidas de Londres, numa mesa afastada das outras para que não ouvi-sem a nossa conversa. 
Os nossos cafés tinham acabado de chegar, enquanto o bebia respondia verdadeiramente as suas respostas tentando não chorar quando prenunciava o nome do meu avô. John Tenor. 

Jared - Posso fazer uma pergunta? 

- Claro que podes, é para isso que eu estou. Para responder as tuas perguntas Jared. 

Jared - Nunca vi ninguém como tu, e estou a ser sincero a maneira como te esforças para não chorar agora é inacreditável. Já tratei de casos parecidos ao teu e neles as familiares apenas queriam saber da herança e neste tu és sua única herdeira... - Falou calmamente, olhando-me nos olhos. - É fantástico. 

- Sabes, quando só se tem um avô e ele morre o dinheiro não é importante. 

Jared - O John andava nervoso? - Voltou a fazer as perguntas. - 

- Depois do jantar, ele ficou nervoso. Mas sim ele andava com muito trabalho e nervoso mas eu achei que fosse do trabalho. 

Jared - Ele recebia chamadas anónimas ou tinha conversas estranhas? 

- As vezes, ele falava de um Volture mas nunca cheguei a saber quem era. E quando lhe perguntava quem era ele não respondia. 

Jared - É complicado... - Suspirou, terminando o café. - Mudando de assunto o funeral já tem data marcada? 

Entre abri os lábios, um nó formou-se na minha garganta eu sabia que era breve pois a Crystal estava a tratar disso a pedido meu, ela sabia que eu não era capaz. 

- Talvez no fim da semana.. - Falei chorosamente. - 

Jared - O meu pai era o melhor amigo do teu avô, logo então vemos-nos lá. 

- Sim, vemos-nos lá. - Olhei para a janela, vendo o céu escuro demais. - Talvez seja melhor eu ir.. - Levantei-me preparando-me para sair. - 

Jared - Não me importo de te levar, é perigoso ir sozinha Allyah. 

Assenti caminhando a seu lado até ao carro, durante a viagem o silêncio permaneceu no carro. Rapidamente chegamos ao portão da mansão, os carros da policia finalmente tinham saído de lá. 

Antes de sair, ele agarrou o meu pulso com alguma força fazendo-me chorar silenciosamente devido aos frescos cortes ainda abertos. 
O mesmo olhou-me curiosamente, levantando a manga da camisa. 

Naquele momento senti-me mais que humilhada, as minhas cicatrizes estavam ali na frente de um estranho. Ele levantou o meu queixo para o olhar nos olhos, notei a pena ou preocupação no seu olhar. 

Jared - Não voltes a faze-lo, por favor. - Passou lentamente a ponta dos dedos pelos cortes. - Não estou a falar como o parapsicólgo, mas sim como um amigo de confiança. 

Assenti, suspirando, afastando as lágrimas com as costas das mãos. 

Jared - Posso abraçar-te agora? 

Não respondi, deixei que os seus braços se envolve-sem a minha volta. Apertou-me nos seus braços fazendo com que esconde-se a minha cabeça no seu peito como fazia em pequena no colo do meu avô. 

Senti a sua mão esquerda a acariciar as minhas costas, fazendo-me encolher nos seus braços enquanto chorava. Ficamos assim uns quinze minutos com certeza. 

- Eu tenho de ir... Obrigada Jared. - Falei tentando sorrir. - 

Jared - Não foi nada Allyah. - Suspirei. - Apenas não o voltes a fazer. 

- Não volto, eu prometo. 

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Que fofos. +.+  

1) Acerca dos cortes, acham mesmo que ela vai cumprir a promessa?
2) Será que o funeral ira correr bem? 


*Não confundam as coisas, na « Angel Or Demon » os "Volture" são uma coisa e aqui são outra completamente diferente. 

HAUNTED - Rumors In College.

Aquele dia tinha sido horrível, não parei de chorar nunca. Subi para o meu quatro apenas uma coisa me passou pela cabeça. 
Eu sabia que era errado, já o tinha feito há anos atrás. Mas era a minha única solução eu tinha de aliviar aquela dor de alguma maneira. 

Vi o objecto metálico brilhante na casa de banho, peguei na lamina, mentalmente pedia para não o fazer mas não consegui parar. 

Quando dei conta, o meu braço encontrava-se manchado de vermelho. Deixei a lamina cair e sentei-me no chão da casa de banho desesperada a chorar. 
Eu não tinha ninguém estava sozinha no mundo, e essa ideia assustava-me, ainda mais o facto de planear o funeral da minha única família. 

# Another Day. # 

O despertador tocou, virei-me para o outro lado e desliguei-o violentamente atirando-o contra a parede. 
Hoje ia voltar a faculdade, e com certeza os boatos iam voltar todos me iam olhar com pena. 

Levantei-me da cama suspirando, sentia a casa vazia como se estivesse a ficar sozinha lá dentro para sempre. 
Vesti-me calmamente, trajando a roupa preta que simbolizava o meu luto. 

http://www.polyvore.com/cgi/set?id=100542596 ]

Crystal - A menina Allyah precisa de comer, vai fazer-lhe mal sair sem comer. 

- Crystal por favor, eu como na faculdade. 

Crystal - O Doutor Jared pediu para ir ao departamento hoje a hora do almoço. - Informou enquanto eu apertava o casaco preto de 3/4. - 

- Eu passo lá, obrigada. - Sorri forçadamente. - 

Coloquei a pasta no ombro e sai de casa, trancando o portão. A faculdade não ficava longe então fui a pé. 
Neste momento? Tudo parecia ter perdido as cores o significado.. Nada fazia sentido. 
Eu era apenas mais uma alma perdida que anda no planeta. 

Entrei nos portões da faculdade, sendo rapidamente olhada por todos, o ambiente tinha ficado pesado. Os rumores iam começar. 

Enquanto andava pelos corredores ouvia coisas do género. 

" O avô dela era um Illuminati, vai arder no inferno. " 
" Ela é uma bruxa. " 
" O parapsicólgo que está a tratar do caso já dormiu comigo.. " 

Entre muitas outras, controlei-me bastante e andei calmamente até a sala de pintura onde ia ter aula. 

A professora Angie entrou na sala calmamente, como sempre depois do toque. 

Prof. Angie - Os meus sentimentos menina Tenor, o seu avô era um bom homem. - Sorriu amavelmente. - 

- Obrigada professora Angie. - Retribui o sorriso, forçado. - 

# After Lunch # 

O maldito dia finalmente tinha acabado, já estava farta de ouvir coisas sem sentido isso ainda irritava mais pois vinha de pessoas incultas que nem sequer sabem quem o meu avô era. Eles não sabiam quem era John Tenor. 

Apanhei um táxi pedindo que dirigi-se até ao departamento de Psicologia, assim que chegamos paguei a contia em dinheiro que pedia, recebendo o sorriso do senhor de volta.  Sentia que todos tinham pena de mim e isso começava a irritar-me.  

Subi as escadas indo a procura de tal Jared novamente, não me lembrava da sua cara nem de nenhum pormenor facial dele. 
Assim que entrei, senti o meu braço a ser puxado fazendo-me voltar a sair do edifício novamente. 

Virei-me assustada, para ver quem era. 

--- 

1) Quem acham que é? 
2) O que acham dos rumores? Acham que ela os aguenta por mais tempo? 

domingo, 13 de outubro de 2013

HAUNTED - Parapsychologist.

A  casa estava cheia de gente estranha, médicos legistas e parapsicólgos. Sentei-me na beira das escadas agarrada aos joelhos a chorar freneticamente, os meus soluços ouviam-se nos quartos com certeza. 

Não era real, ele tinha muitos inimigos mas ninguém era capaz de o matar daquela maneira. 

Não um Tenor, ele fazia parte de uma organização associada ao sobernatural, na verdade ele acreditava em todas as histórias e lendas era um homem culto e fantástico. 

A sua memória será lembrada, para sempre ficara no meu coração. 

A porta da entrada tinha acabado de ser aberta, três homens entraram vestidos de preto. Eram ambos altos. 
A Crystal rapidamente foi falar com eles, pedindo que trata-sem do caso do meu avô. 

Pelo que ouvi, esta era a quinta morte estranha nesta semana. Como o meu avô estava ligado a casos estranhos a Crystal decidiu ligar a equipa de Parapsicologia, suponho que sejam eles. 

Dois deles dirigiram-se ao corpo que estava tapado, um deles caminhou em passos seguros até mim o que me fez encolher e baixar a cabeça chorando mais baixo. 

Xxx - Suponho que sejas a Allyah. - Disse baixando-se a minha frente, para ficar ao nível da minha cara. - 

Encolhi-me quando ele tentou tocar nos meus ombros, fazendo com que eu chora-se mais. Assustada, despedaçada e perdida. 

Xxx - Eu não te vou magoar. - Levantou o meu queixo, colocando uma madeixa do meu cabelo para trás da orelha. - 

- Quem és tu?  - Perguntei fria, tirando a mão dele da minha cara. - 

Jared - O meu nome é Jared. Jared Leto faço parte da equipa dos Parapsicólgos, era amigo do teu avô.

- Claro. - Limpei as lágrimas com as costas da mão. - 

Tentei levantar-me mas os meus joelhos estavam fracos fazendo com que me desequilibra-se para a frente. 

Ele, agarrou a lateral dos meus ombros levando-me gentilmente até a cozinha por ordem das minhas indicações. Quando lá chegamos sentei-me numa cadeira, vendo o olhar piadoso de Crystal sobre mim. 

Crystal - Eu vou tratar dessas feridas e dar-lhe um copo de água com açúcar. - Falou tirando uma caixa de primeiros socorros do armário e de seguida preparou um copo de água com açúcar. - 

Jared - Estou lá fora, depois vem ter comigo ainda tenho de te fazer algumas perguntas. 

Assenti engolindo o choro novamente, vi-o andar em meio das pessoas que estavam naquela enorme casa. 


Minutos depois dirigi-me até ao jardim onde ele estava, parecia calmo ou então apenas fazia isso para me acalmar e falar com ele. 

Jared - Alguém tocou no corpo antes de nós chegar-mos? 

- Apenas eu.. 

Jared - Sabes de alguém que pode-se fazer isto ao teu avô Allyah ? 

- Ninguém. Acho que por muitos inimigos ninguém lhe fazia isso..

Jared - Porquê que ele tinha tantos inimigos? 

- Ele estava ligado a uma associação do mundo sobrenatural ao algo assim.... Ele nunca falava muito comigo sobre isso ele achava que era para me manter segura. 

Jared - Claro, eu fazia o mesmo. - Sorriu discretamente. - As pessoas com quem ele lidava eram capazes de tudo para atingir os fins. 

Encolhi os ombros olhando o horizonte, lembrando-me de todas as memórias que tinha daquele lugar com o meu querido e falecido avô. 

Jared - Gostavas muito dele, vai ser difícil ultrapassar a sua morte certo? 

Olhei para ele com as lágrimas nos olhos, esforcei-me para elas não caírem mas isso era impossível. 

Jared - Desculpa... - Ia acabar a frase mas não deixei respondendo a sua pergunta. - 

- O meu avô era a única família que eu tinha, Jared. - Falei calmamente. - 

Jared - Lamento muito.. Allyah. 

- Eu já parei de lamentar a muitos anos. - Falei normalmente agora. - 

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então simpático ele, hmm... 

1) O que me dizem acerca dos inimigos dos John? 
2) O que acharam do Jared? ( ele vai ser um grande apoio, mais não digo. ) 
3) Estão a gostar?

HAUNTED - Grandfather's Death.

Notava o seu nervosismo, mas não quis questiona-lo. Devia estar cansado. Enquanto jantamos naquela grande sala ele, o meu avô apenas sorria e dizia que se orgulhava da neta. 

John - Heaven querida, és o meu orgulho. És como uma filha para mim nunca te esqueças disso. - Falou acariciando a minha mão que se encontrava por cima da mesa. - 

- Avô.. - Falei carinhosamente. - Também gosto muito de si, é a minha única família. 

John - Falaria contigo a noite toda, mas tenho de me ir deitar. A idade não perdoa. - Riu calmamente, mas eu entendi que tentava esconder o nervosismo. - 

- Também vou aproveitar para estudar avô. 

Vi a sua sombra desaparecer enquanto subia as escadas para o seu quatro. Minutos mais tarde acabei por fazer o mesmo, levantei-me da mesa despedindo-me da Crystal a empregada que trabalha cá desde sempre. 

Entrei no meu quatro, sorri apreciando todas os quadros que estavam dentro do mesmo,tinham sido pintados por mim. O meu sonho era ser uma pintora famosa sempre lutei para isso. 

Estudo na melhor faculdade de Londres graças ao magnifico avô que tenho, sempre me ofereceu tudo. Nunca irei conseguir retribuir o amor que ele me deu quando mais precisei. 

Ele sempre esteve lá para mim. E eu para ele. 

Despi o vestido que usara hoje, colocando-o no cesto da roupa suja. De seguida vesti uma das camisolas compridas que tinha dava pelos joelhos. 
Deitei-me na cama cobrindo-me até ao nível da cintura, rapidamente adormeci perdendo-me no mundo das ilusões vulgarmente chamado de "sonhos". 

# A Another Day - 6am. # 

Acordei com uma dor enorme no coração como se algo estivesse a perfura-lo, levantei-me assustada com as dores.  Sentei-me na cama e levei a mão ao peito esfregando a mão obliquamente desde a clavícula até ao sítio do coração até que a dor pare-se. 

O silêncio era enorme, um pouco assustador mas ignorei o meu pensamento e levantei-me indo em direção da casa de banho. 

Tomei um longo banho de água morna, no fim do mesmo encontrava-me pronta para mais um dia na faculdade.  
Escolhi uma roupa normal e depois de a vestir rapidamente sai do quarto. 

http://weheartit.com/entry/81812363/search?context_type=search&context_user=amomiotvb&page=13&query=girls ] 

Contra a minha vontade a dor que senti ao acordar voltou a aparecer, andei mais alguns passos e cai de joelhos indo parar ao fim das escadas, não podia acreditar no que estava a minha frente. 

http://24.media.tumblr.com/tumblr_lpomnif4dm1qm4hrdo1_500.gif ]

Gritei assustada e desesperada. 

O meu avô a única pessoa que tenho encontrava-se morta, barbaramente morta. 

Gritei pela Crystal a mesma apareceu, no cimo das escadas chocada com a visão no fundo das mesmas. 

- Crystal, por favor faça alguma coisa. - Falei desesperadamente, enquanto observava o corpo com as lágrimas a misturarem-se no sangue do chão. - 

Observei o seu corpo nele havia um pentagrama e várias frases bíblicas em latim. 
Haviam curtes, sangue e mais sangue nas suas costas a palavra " Illuminati " estava desenhada em curtes bastantes profundos. 
Eu não podia acreditar no que via, era um pesadelo e eu ia acordar. Eu queria acreditar nisso e não confrontar a dura realidade. 

Eu não tinha ninguém. 

Estava sozinha no mundo, como sempre. 

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Bem e este é o primeiro capítulo, princesas. 

1) Acham que a Crystal pode ter algo haver com a morte do avô da Allyah ?